Câmara em Foco

NOVA MESA DIRETORA DA CÂMARA MUNICIPAL DE POXORÉU

 

Duda Sampaio

 

Nessa segunda-feira, dia 21 de dezembro, a Câmara Municipal de Poxoréu realizou a sua última sessão ordinária, oportunidade em que houve a eleição para composição da sua nova Mesa Diretora para comandar os destinos da casa legislativa no ano de 2010.

 

Foram apresentadas duas chapas, primeira teve como candidato presidente, vereador Miguel David de Moraes (PMDB), vice-presidente, vereador Valtércio Teixeira (PP), 1º secretário, vereador Jailton Xavier (PP) e 2º secretário vereador Ozete Souza (PP). A segunda chapa ficou composta pelos seguintes membros: presidente, vereador Edson Tur (PT), vice-presidente, vereador Leônidas Barcelos (PMDB), 1º secretário, vereador João de Jesus (PR), mais conhecido como "Baco-Baco" e 2º secretário, vereador João Joaquim JJ (PR).

 

 

Nova Direção da Câmara de Vereadores

Presidente Edson Tur (PT), vice-presidente Leônidas Barcelos (PMDB), 1º secretário João Baco-Baco (PR) e 2º secretário João Joaquim JJ (PR).

 

Apurada a votação, a chapa encabeçada pelo vereador Edson Tur (PT), venceu por 5 a 4. A nova mesa diretora da Câmara Municipal toma posse em janeiro de 2010.

 

Em seu discurso de agradecimento, o vereador Edson Tur disse "este é um momento muito especial, agradeço a Deus, familiares, amigos, vereadores e o povo por esta oportunidade de estar comandando esta Casa de Leis a partir do ano que vem. Espero contar com a colaboração dos demais vereadores para realizarmos um excelente trabalho na Câmara Municipal de Poxoréu. Apoiaremos o prefeito Ronan Figueiredo, para formarmos uma grande união viabilizando melhorias para beneficiar toda a população e com isso dias melhores virão", finalizou Edson Tur.

 

(Duda Sampaio, especial para o BlogPox)



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:52
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Natal e Ano Novo

Natal e Ano Novo com muita paz, alegria e saúde aos amigos e amigas  do BlogPox.

Foto: Izaias Resplandes

"Que neste Natal, seus olhos apontem mais

 do que um caminho e te mostrem a direção correta.

Que seus braços sirvam de amparo para

os que caem pelo caminho.

Que seus pés levem socorro aos infelizes.

Que seu sorriso seja mais constante e sirva

 de consolo aos que choram.

Que suas palavras sejam doces e elevem

 qualquer pessoa.

Que o seu coração se abra e receba a luz.

Que a sua vida seja luz.

Que você possa ter feito a diferença na vida

de alguém, neste ano que passa.

Que neste Natal, seu maior presente

 seja a paz de Cristo..."

(Autor desconhecido)

Equipe BlogPox



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 18:51
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Românticos do Samba

AMORÉSIO NA PRAÇA

Amorésio Souza e Luiz Sol afinando os instrumentos para mais uma apresentação  do grupo musical "Românticos do Samba": a  tradicional noite de seresta na Praça da Liberdade, centro histórico da cidade. O encontro anual na praça conta  com a participação de amigos e convidados. 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 18:49
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Lapidação

Oficina de Poxoréu faz 1 quilo de pedra valorizar até R$ 4 mil

 

JONAS DA SILVA - Secom MT

 

O tratamento da pedra bruta do rejeito do garimpo de Poxoréu favorecerá a multiplicação do ativo mineral da região sul de Mato Grosso. O município teve seu auge de mineração entre as décadas de 1970 e 1980.

 

Um indicador da aceleração da atividade é o fato de um quilo de pedra reunida em montes na natureza custar cerca de 5 reais e uma peça tratada e polida resultar em valor de mercado de 200 reais. Com o quilo do material bruto é possível se produzir cerca de 20 pedras. Ou seja, de cinco reais da matéria-prima, o produto final pode gerar valor agregado de 4 mil reais, um impensável ganho. Cada oficina tem custo em torno de 15 mil reais para ser implantada.

 

Os dados foram apresentados pelo empresário e professor do projeto, Juscelino Araújo Souza, da Opalas Pedro II, do Piauí, responsável pela capacitação de 22 lapidários já formados na prática pela Oficina de Lapidação de Pedras Preciosas de Poxoréu.

 

A unidade de agregação de valor é uma articulação institucional para incrementar a atividade econômica da mineração em Poxoréu. A iniciativa permitiu a inauguração da oficina no último dia 10 de dezembro pelo secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-MT, Pedro Nadaf. Além das duas instituições, a ação envolve a parceria da Prefeitura de Poxoréu e do Ministério da Integração Nacional.

 

A presidente da Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Poxoréu e região, Maria Conceição Pina, relata a mudança para todos que vivem da nova fase da mineração e vai incentivar outras atividades econômicas. “Estamos planejando para ter tanque de peixes em áreas degradadas para pintado, o melhor para criar, além de lavoura para fruta, como abacaxi, e mandioca em 20 sítios de um, dois, dez e vinte hectares”, detalha.

 

Ela diz ter legalizado área para tocar garimpo e, simultaneamente, os 70 cooperados já têm sondagem de empresários de fora do Estado interessados em explorar pedras e pedrisco para construção civil, além de areia. A cooperativa tem oito anos, e no seu início, diz, havia 500 associados.

 

Essa líder já fez história há exatos 20 anos. Em sua propriedade foi encontrada o que diz ser a maior pedra de diamante do Estado, de 66,5 quilates, a 18 Km da sede do município de Poxoréu, na Fazenda Garimpinho. A mesma área que ela ficou com a metade e a outra parte destinou a cooperados.

 

Renilda Oliveira, aluna da oficina e bióloga de 43 anos, diz que realiza um sonho ao se dedicar ao novo ofício de lapidação. “Onde você menos espera estão as belezas escondidas. Uma pedra simples, quando você serra mostra figuras esplendorosas”, comenta. Ela exibia orgulhosa na inauguração da oficina uma peça no pescoço feita a partir de ovo petrificado. “Fora o formato de fósseis que podem guardar e conservar a história do município”,aponta outra utilidade do novo conhecimento.

 

Aproveite o espírito natalino, visite a Oficina de Lapidação e adquira uma pedra semipreciosa com o brilho que Poxoréu sempre teve.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 09:30
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Natal das crianças 2009

Natal das Crianças no Centro Juvenil

 
O Centro Juvenil comemora os 150 anos da Família Salesiana com o Natal das crianças 2009. Este evento será realizado neste sábado, dia 19 de dezembro, a partir das 8hs da manhã, com uma celebração sobre o significado do Natal do Senhor. Na oportunidade, será servido um café da manhã para as crianças e adolescentes.  Fonte: Blog do Centro Juvenil. Clique aqui e veja outras notícias do CJ.

No decorrer da manhã haverá gincana, brincadeiras e descontrações, encerrando com almoço.

À noite, aberto ao público em geral, a apresentação da Companhia de Teatro Mosaico de Cuiabá, com a Peça Auto da Estrela Guia e a presença do Papai Noel.

 O CJ agradece o apoio e a parceria da Secretaria de Educação pela disponibilização do ônibus para o transporte dos jovens moradores dos diversos bairros distantes do Centro Juvenil; O Banco do Brasil pela colaboração das lembranças que serão distribuídas para as crianças e a todas as pessoas que estão contribuindo direta ou indiretamente para a realização deste evento.

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 20:05
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Encontro de Violeiros

PROJETO DE LEI EXCLUDENTE

 

João Batista Barbosa

 

Se Projeto de Lei de iniciativa do Poder Executivo, faço um apelo ao prefeito Ronan Figueiredo para retirá-lo da pauta. Se iniciativa da Câmara Municipal, cabe ao(s) seu(s) autor(es) essa retirada. Se, em remota hipótese, aprovado pelos vereadores, o prefeito Ronan Figueiredo tem a obrigação de vetá-lo, para que não seja lei.

 

Trata-se de uma proposta de regulamentação que disciplinaria o Encontro de Violeiros de forma inoportuna, excludente e prejudicial aos interesses do município.

 

Esse evento passou a ser a principal fonte do turismo e divulgação de Poxoréu, porém, ainda assim, não tem o retorno econômico esperado: gasta mais do que arrecada.

 

É preciso agarrar  a oportunidade que o Encontro proporciona e utilizá-la como marketing para maior e melhor divulgação da força da agropecuária, do artesanato, da arte e cultura do município, visando, sobretudo, o desenvolvimento socioeconômico desejado.

 

É imperioso unir forças para superar a divisão política eleitoral de grupos e discutir ideias e debater formas de gerar renda e melhorar a  vida da população local.

 

A proposta de Encontro de Violeiros excludente e segregadora não merece guarida.

 

Cabe ao prefeito Ronan Figueiredo, aos vereadores, aos produtores rurais, aos dirigentes do Sindicato Rural e às  demais lideranças do município restabelecer um calendário único, em uma mesma semana,  para que o Encontro de Violeiros, Feagropox, Feira de Artesanato, Festa do Pequi e demais exposição da produção econômica local possam proporcionar resultados econômicos para a população de Poxoréu.

 

João Batista Barbosa - Batistão

Equipe BlogPox



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 21:27
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Auto da Estrela Guia

Mosaico no Centro Juvenil

 

Com apresentações em várias cidades de Mato Grosso e de outros Estados, trupe mato-grossense chega a Poxoréu neste sábado, dia 19.

 

A Cia. Teatro Mosaico já esteve este ano em Palmas-TO e Curitiba-PR, e correu trecho dentro do Estado. Apresentou-se em cidades mato-grossenses como Alta Floresta, Sinop, Lucas do Rio Verde, Tangará da Serra, Campo Novo dos Parecis, Rondonópolis e Primavera do Leste.

 

Agora será a reta final das atividades da Companhia Mosaico em 2009. Com o patrocínio do Banco da Amazônia, a trupe apresenta o espetáculo Auto da Estrela Guia em Cuiabá nesta terça-feira, em seguida em Chapada dos Guimarães no dia 18/12 (sexta-feira) na Praça Dom Wunibaldo às 19h30 e, na sequência, dia 19/12 (Sábado) chega a Poxoréu para exibição no Centro Juvenil às 20h.

 

Neste engraçadíssimo auto de natal, os atores e atrizes contam como quase tudo deu errado no nascimento do menino Jesus. O espetáculo é recheado de músicas folclóricas e todos os personagens conhecidos desta que é uma das histórias mais conhecidas do mundo ocidental.

 

Numa abafada tarde de calor em Nazaré, vilarejo da Galiléia, o menestrel anjo Gabriel (Sandro Lucose) aparece para Maria (Milena Machado), a Virgem, para anunciar-lhe que ela seria engravidada pelo Espírito Santo. Desconhecedora da paternidade de seu filho, Maria fica embaraçada e resolve contar a seu futuro marido, José (João Manuel Motta), de sua repentina maternidade. José, desconfiando, pede a Maria para que conte o que de fato aconteceu. Não muito convencido da estória, José assume a criança e inicia sua jornada para trazer ao mundo o menino Jesus.

 

Neste presépio sagrado e profano, os personagens clássicos da história cristã tomam configurações contemporâneas e regionalíssimas. O espetáculo tem músicas folclóricas ao vivo, executadas pelos atores-cantores do Teatro Mosaico e conta com a participação do músico Ricardo Porto. Os figurinos e adereços fazem referência aos folguedos brasileiros: pastoril, dança do Congo e siriri.

 

Sucesso de público com mais de cinco mil espectadores, e crítica, aclamado pela crítica Bárbara Heliodora como “o presente de Natal que veio de Mato Grosso” para a programação do Centro Cultural Banco do Brasil, em 2003. O espetáculo também já emocionou alguns grandes expoentes do teatro brasileiro como Fernanda Montenegro, que definiu-o como “lindo, simples e maravilhoso, feito por gente daqui”.

 

Mais informações pelo site www.teatromosaico.com.br .

 

 (Com Assessoria)



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 18:19
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Opinião: Jean-Louis

O POLÊMICO PROJETO DE LEI DO EXCLUSIVO

ENCONTRO DE VIOLEIROS

 

Jean-Louis Van der Stock*

 

Tramita na Câmara Municipal um projeto de lei visando separar o Encontro de Violeiros de qualquer outra manifestação, isso está provocando numerosas reações em contrário na cidade (corre um abaixo-assinado para a retirada desse projeto de lei). Trata-se de mais uma tentativa do poder executivo em continuar a separação das maiores festas do município, prejudicando de fato a festa agropecuária (FEAGROPOX).

 

Aparece cada vez mais como um consenso da população, que os dois eventos, a Festa Agropecuária de Poxoréu e o Encontro de Violeiros, têm que ser realizados conjuntamente, e que essa festa maior do município seja ampliada com outros acontecimentos, como por exemplo, a Festa do Pequi, Exposição de Artesanato e outros eventos significativos para Poxoréu.

 

Porque em definitivo, quem patrocina as festas na cidade é o município, e esse não pode desprezar uma parte do público que gosta de exposição animal, de rodeio, que prezam encontros informativos sobre métodos novos de agricultura e pecuária, como o desenvolvimento da piscicultura e outras oportunidades de empregos e rendas a serem criadas em Poxoréu, apenas para privilegiar os que gostam de musica de raiz.

 

Porque são missões importantes as atividades desenvolvidas pelo sindicato rural e divulgadas na festa agropecuária, porque são confraternizações essenciais para nossas bandas, elas têm que continuar a serem desenvolvidas.

 

Os amadores de ‘musica caipira’, têm evento garantido, não há perigo que ele desapareça, têm um lugar peculiar desenvolvido para esse fim, que é o abraço da viola, a concha acústica do parque de exposição, para assistir confortavelmente às duplas que prezam.

 

Mas o parque de exposição é também o lugar da festa agropecuária, e ela esta correndo serio perigo de desaparecer.

 

O encontro de violeiros é Cultura, e ultrapassou os limites do município, é um acontecimento estadual do nível dos ‘Siriri e Cururu’ em Cuiabá ou do Festival de Praia na Barra da Garça, e pode, sim, vir a ser um evento nacional, mas o preço para isso não pode ser o fim de atividades socioeconômicas essenciais para Nossa Querida e Doce Poxoréo, especialmente em detrimento a FEAGROPOX.

 

Jean-Louis Van der Stock – Poxoreense de coração, natural da Bélgica (Nivelles, 30 km ao sul de Bruxelas, perto de Waterloo), passou a infância na África (ex Congo Belga), posteriormente retornou à Bruxelas, onde concluiu o curso de Arquitetura e Urbanismo na escola Superior de Arquitetura e Artes Visuais de 'La Cambre “, faculdade da Universidade Livre, em 1979, mora em  Poxoréu há quase 25 anos.

E-mail:vvstock@gmail.com

Clique aqui e leia outras matérias do Jean no Blog Amada e Doce Poxoréo.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 17:58
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Lapidação

POXORÉU

Uma vocação econômica é resgatada

 

Da Assessoria

Sebrae-MT

 

Um das principais referências mato-grossenses até poucas décadas atrás, por causa da extração do diamante, Poxoréu (251 km a sudeste de Cuiabá) vive o dilema do êxodo rural justamente pelo fim da atividade, por questões ambientais, a partir dos anos de 1990. Neste período o município chegou a ter 700 dragas trabalhando em seus rios e cerca de 10 mil garimpeiros querendo se "bamburrar" (achar uma pedra grande para ficar rico). Atualmente, menos de 3% continuam na atividade, segundo estatísticas dos moradores da cidade, que sempre viveram em função do garimpo. A população acompanhou este decréscimo e reduziu. Entre 1991 e 2007, perdeu cerca de 6.500 habitantes. Isto é, a população poxoreana caiu de 24.000 para 17.700, de acordo com as estatísticas oficiais.

 

 

Jornal A Gazeta, edição de 13.12.2009

 

 

Atualmente, a extração do diamante já não é mais a principal atividade do município. A economia está baseada na produção de soja (150 mil toneladas, avaliadas em R$ 86 milhões), algodão (56 mil toneladas, equivalente a R$ 60 milhões) e pecuária (289 mil cabeças de gado bovino e um plantel de quase 10 mil vacas cuja ordenha gera 10 milhões de litros anuais). O Produto Interno Bruto (PIB) per capita de R$ 9.727, no entanto, está abaixo tanto da média mato-grossense (R$ 14.954) como das vizinhas Campo Verde, Primavera do Leste e Rondonópolis (que já foram seus distritos), respectivamente R$ 30.056, R$ 14.879 e R$ 15.939, segundo dados do IBGE de 2006.

 

Uma parceria entre o Sebrae/MT, Governo Federal, Governo do Estado e Prefeitura Municipal pode retomar a vocação mineral de Poxóreu e, simultaneamente, dar destino a parte do rejeito deixado pelo garimpo do diamante. Foi inaugurado na última quinta-feira (10), a Oficina de Lapidação de Pedras Semi-preciosas, que vai trabalhar pedras facilmente encontráveis na região como jaspe, ágata, ônix, quartzo e cristal. "É a primeira de Mato Grosso e a segunda do Centro-Oeste (a outra fica em Anápolis-GO)", diz o líder da Unidade de Indústria do Sebrae/MT, José Valdir Santiago Júnior. Antes mesmo de inaugurada, já capacitou uma turma de 21 alunos (10 mulheres e 11 homens, dos quais dois são portadores de necessidades especiais) em lapidação básica.

 

"O segundo passo será a montagem de uma escola de joalheria, com o objetivo de se chegar ao topo da cadeia produtiva. Isto é, produtos com alto valor agregado e com acesso aos mercados nacional e internacional", completa José Santiago, acrescentando que o cronograma para o primeiro semestre de 2010 já está definido em janeiro, cursos sobre associativismo e cooperativismo; em fevereiro, curso de lapidação avançada; e em março, segunda turma de lapidação básica.

 

"Jovens e adultos, quando montarem suas oficinas, terão à sua disposição programas como Fundeic e Microcrédito", disse o secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae/MT, Pedro Nadaf, durante a inauguração. Ele informou ainda que o governo estadual já tem pronta a resolução para atender um pleito da região e aumentar os recursos do microcrédito de R$ 5 mil para R$ 10 mil.

 

"Foi a realização de um sonho de 20 anos", resumiu a secretária de Indústria, Comércio e Mineração de Poxoréu, Lena Guedes. Segundo ela, o sonho só se tornou realidade, quando descobriram o caminho das pedras, que foi o Sebrae. "Tivemos inúmeros apoios para chegar até aqui. Dentro de dois anos, faremos uma feira de jóias em Poxoréu".

 

(Fonte: Jornal A Gazeta, edição de 13.12.2009)



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 20:02
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Dia 19 de dezembro

Teatro no Centro Juvenil

 
No dia 19 de dezembro, às 19hs o Centro Juvenil recebe a Companhia de Teatro Mosaico de Cuiabá para apresentar a Peça "Auto da Estrela Guia" produzido pelo talentoso poxoreense Sandro Lucose, filho de Terezinha e Simão Bispo.

O espetáculo, com duração de aproximadamente 60 minutos, levará o espectador a uma Jerusalém imaginária,dentro de uma comédia contextualizada e musical, a partir da colagem de jargões e textos conhecidos de vários autores que retomam a mais antiga história da religião cristã, o nascimento de Jesus.

A entrada será 1kg de alimento não perecível, onde, se destinará à famílias carentes de Poxoreu e ao Natal da Solidariedade de Mato Grosso.

Fonte: Blog do Centro Juvenil. Clique aqui e veja outras notícias do CJ.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 13:11
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Lapidação

Oficina de lapidação leva valor agregado a pedras de Poxoréu

 

A história da mineração de Mato Grosso ganha nova vertente com a inauguração da Oficina de Lapidação de Pedras Preciosas de Poxoréu, na última quinta, dia 10 de dezembro, em uma iniciativa da Prefeitura de Poxoréu, em parceria com a Secretaria de Indústria, Comércio, Minas e Energia do governo estadual (Sicme), o Ministério da Integração Nacional e o Sebrae-MT.

 

A partir de agora, o rejeito e cascalho do garimpo de diamante do século XX nos rios Poxoréu, Areia e Bororo passam a ter valor agregado, proporcionando renda para mais de 20 pessoas.

Da matéria-prima bruta que se acumulou ao longo do tempo na exploração de diamante, serão aproveitadas pedras como ágata, jaspe, ônix e quartzo. Com o conhecimento repassado com capacitação desde agosto por consultores do Sebrae-MT, 22 lapidários, sendo dois portadores de necessidades especiais, produzirão adornos e peças como brincos, anéis, colares e uma infinidade de criações a partir das pedras.

 

Com a capacitação, os novos lapidários receberam treinamento técnico, comportamental e empreendedor para o segmento. O conhecimento foi suficiente para sensibilizar os lapidários para se organizar uma cooperativa, por exemplo.

 

No mercado, a médio e longo prazo, o aproveitamento da matéria-prima lapidada resultará em materiais e produtos para serem aproveitados em um dos viés do setor, com a tendência de menos metal e mais material alternativo, utilizado em bijuteria.

 

O mercado externo já observa o projeto com possibilidade de expansão de valor agregado, como a Câmara Setorial a Itália. Em nível nacional, há designers que poderão utilizar a pedra para outros produtos.

 

“É a oportunidade de agregação de valor à riqueza da região, com distribuição de renda e opção para as pessoas que estão em municípios mais pobres terem reconhecimento”, observa sobre o impacto da lapidação das pedras o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-MT, secretário de Indústria, Comércio, Minas e Energia, Pedro Nadaf. “Muitas vezes a pedra sai de lá por um prato de comida e agora, lapidada, vai propiciar outra realidade social para a região”, avalia.

 

(Com assessoria da SECON-MT e SEBRAE-MT)



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 12:59
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Microcrédito

Equipe da MT Fomento está em Poxoréu

 

Uma equipe da MT-Fomento chegou em Poxoréu nessa segunda-feira e permanece até quinta, dia 10 de dezembro, com a finalidade de realizar operações de Microcrédito e financiamento para Mototaxis. Na oportunidade será divulgado o Cartão MT-Fomento Card, destinado ao funcionalismo público.

 

“Estamos tendo uma boa receptividade. No primeiro dia de trabalho fizemos três adesões de cartão e agendamos três reuniões até o dia 10 sobre o assunto. Quanto às linhas de financiamento para os mototaxis, como o segmento não tem Associação na cidade, é um trabalho minucioso, demanda tempo porque é individual. A MT-Fomento faz a sua parte, que é mostrar as linhas disponíveis e de que forma o cidadão pode buscar esses recursos que foram criados para fomentar a melhoria de qualidade de vida, gerando emprego e renda”, explicou Luis Benvenuti Castelo Branco de Oliveira, superintendente de Desenvolvimento de Projetos da MT-Fomento, que está na cidade.

 

O trabalho está sendo realizado no Centro de Atendimento Empresarial de Poxoréu, que funciona anexo a sede da Secretaria de Indústria e Comércio do Município, na Rua Mato Grosso esquina com a Rua Pernabunco, em horário comercial.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 20:13
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Geração de trabalho e renda

Oficina de Lapidação de Pedras Semipreciosas de Poxoréu

 

 

A Secretaria de Indústria Comércio e Mineração de Poxoréu, na pessoa da sua titular professora Lena Varanda Guedes, comunica que a Oficina de Lapidação de Pedras Semipreciosas de Poxoréu abrirá suas portas oficialmente nesta quinta-feira, dia 10 de dezembro.

 

A partir deste momento, um grande sonho estará sendo realizado e uma nova história de esperança começa a ser escrita, com criação de oportunidade de trabalho e renda para um grupo inicial de mais de 20 pessoas.

 

O curso de lapidação de Pedras Semipreciosas, projeto da Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Mineração, em parceria com o SEBRAE, governos Federal e Estadual, foi realizado no período de agosto a novembro deste ano, e contou com a consultoria de técnicos do SEBRAE- MT e do SEBRAE-PI, a exemplo do Presidente da Cooperativa dos Joalheiros e Lapidários da cidade de Pedro II (PI), Jucelino Souza, que atua nessa área há mais de 20 anos.

 

No curso, dividido em módulos, os alunos tiveram a oportunidade de obter de desenvolver habilidades interpessoais, trabalho em equipe, empreendedorismo, processos para lapidação de gemas e pedras semipreciosas, tipos de lapidação e de produtos, entre outros.

 

Para a secretária municipal de Indústria, Comércio e Mineração, Lena Guedes, "esse curso trará um grande benefício para os participantes, pois todos ao final do curso terão uma profissão para atuar em qualquer lugar, mais especificamente em Poxoréu que tem matéria prima em abundância que são as pedras que sobraram do garimpo e serão aproveitadas por muitos anos na fabricação de jóias. Após este curso esperamos ter em Poxoréu novas oportunidade de trabalho e renda" disse Lena Guedes.

 

A cerimônia de inauguração acontece nesta quinta-feira, dia 10 de dezembro, às 15 horas, na Rua Mato Grosso, no centro histórico da cidade.

 

Mais informações pelo telefone (66)3436.2410.

 

(Equipe BlogPox, com assessoria de Duda Sampaio).



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 18:22
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Comentários

VOZ DO LEITOR

 

Acredito que a autoridade policial tem o dever de proteger a Sociedade, mais todas aquelas funções que aprendemos nos livros e manuais. Por isso mesmo penso que quando algum policial se prevalece das prerrogativas que o Estado (leia-se "nós") lhe dá e comete "abuso de poder", ele deve ser punido duramente. Peço às autoridades locais (prefeito, vereadores, Juiz, etc.) que se unam contra estes profissionais, pois se trata de um crime gravíssimo, devendo ele responder criminalmente, e com agravantes/qualificadoras face o seu "status" de "defensor". Entendo, ainda, que a incompetência desse cidadão em uma ação mal formulada justifica o alto índice de crimes impunes que mancham a história do nosso querido Poxoréu. Obrigado a todos pela solidariedade.

JOVANI BORTOLOTTE | jovani.xavier@hotmail.com | Goiânia/Go |

  

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Os abusos de autoridade cometidos pela PM em nosso Município em todos os cantos, Assentamentos, Distritos, com verdadeiro abuso. Acredito que com o conhecimento de todas as autoridades. Ao que parece, ficará por isso mesmo... é a passividade de nosso povo.Vou deixar registrado um caso que aconteceu com um amigo meu que reside em Primavera o Leste, um jovem chamado Rivaldo, e veio passar o final de semana com parentes em Jarudore, pilotando uma moto com seis meses de uso, e 2.800Km rodado, ou seja,novíssima. Foi abordado na porta da casa de um parente com a moto parada. Recebeu ordem do PM pra apresentar documentação pessoal, e da moto, assim o fez. Porém, não satisfeitos, os dois PMS, ligaram a moto, aceleraram, para em seguida alegar que a moto estava com o escapamento estragado, apreendendo a moto. Não obstante a multa, trouxeram a moto para Poxoréu, sendo que o proprietário teve ainda que pagar R$150,00 de guincho. Apesar de nada estragado, fato este atestado por todos presentes no CIRETRAN na 2ª feira.

Deusa | deusapox@gmail.com | Poxoréu-MT |

 

Com essa unificação nacional dos salários da polícia proposta pelo Senado, que é justa, é necessário capacitar mais intelectualmente o policial, para que tenham uma visão globalizada da sociedade. Surgiro aulas de direito (não só penal) e sociologia nos cursos de formações. A sociedade almeja um policial intelectual, com bom salário, más que obedeça aos princípios constitucionais no combate as contravenções penais. Uma ação isolada não pode tirar o mérito "sacerdotal" dos bons policiais.

José Raimundo  | josefitto@hotmail.com | Campo Grande - MS

 

Sabe? Às vezes fico observando como alguns policiais são valentes, arrogantes quando têm a sua frente crianças, idosos, famílias, cidadãos desarmados, más,quando precisam ser valentes NÃO SÃO com os bandidos que andam armados, drogados e trocam tiros não ligando para a própria vida. Alguns policiais se acovardam numa situação destas.Está na hora dos Poderes Executivo, legislativo e judiciário local, entrarem em ação abrindo inquérito policial,fazer denuncia na CORREGEDORIA e solicitar a transferências destes Policiais que não sabem usar o próprio cérebro.

ADAILTON DA LUZ MILHOMEM | LUZMILHOMEM@HOTMAIL.COM | CUIABA MT

 

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Quando a cidade descamba ao desgoverno (Executivo e Legislativo) a repressão armada assume o comando. Eles não ofertam flores... ao contrário, são balas e torturas (psicológicas e físicas). As pessoas eleitas para gerenciar a cidade precisam tomar posse do comando/mando a elas atribuídas e não permitir que excessos sejam cometidos, zelando pela segurança da população. Fatos escabrosos aconteceram não só no distrito sede... Em Jarudore, por exemplo, a quermesse da escola Franklin Cassiano passou momentos de humilhações e tortura psicológica provinda do Policial Tabareli. Dessa forma a Polícia Militar está cumprindo "muito bem" o seu papel histórico onde quer que atue...

Prof. Luis Carlos Ferreira | allow2006@hotmail.com | Poxoréu, MT, Brasil

 

Tenho me eximido de escrever há algum tempo, mas julgo interessante dizer que, se o meu amigo Luis continuar encontrando sempre um motivo pra atacar a administração municipal em tudo que olhar, pode ser que acabe indo lutar contra moinhos de vento na Holanda. Embora concorde a respeito dos excessos e confie que as inúmeras denúncias formalizadas serão devidamente apuradas e, constatadas irregularidades, quem abusou receberá a justa sanção, entendo, no mínimo, quixotesca uma parte do comentário (data máxima venia). Será que ainda há tempo para essas quizilas em Poxoréu? Por mais que discorde, acho que o Jean Stock (www.adpx.com.br) tem feito um trabalho de oposição mais pragmático e sensato. Não será vox clamantis in deserto, como tantas outras que vociferam aos quatro ventos, não raras vezes, impropérios dos quais todos poderíamos ser poupados.

Edinaldo Pereira | NQPx

 

Concordo com o Jeová... Foi por esse mesmo motivo que estive ausente.Mas a nossa consciência crítica e a obrigação de cidadania não nos deixa ser omissos diante dos fatos.E vergonhoso o que algumas pessoas conseguem fazer com os ínfimos valores(em sua maioria emendados)os quais são transformados em obras, talvez a origem delas justifica-se por si só.Tenho dito:"de que adianta tantas sugestões se não temos o mais importante, o compromisso dos gestores das pastas".É preciso profissionalizar a administração,Exigindo projetos, e metas.Estabelecer compromisso com o cidadão contribuinte e com o processo de desenvolvimento da cidade, caso contrário continuaremos a ser um "lindo diamante" enterrado ao sul de Mato Grosso.Faço das tuas as minhas palavras, e convocamos os outros observadores atentos:Rui,Biela,Dominguinhos,Gilmar Alves,Luiz Carlos, Batistão,Junior Camilo entre tantos outros a opinar neste espaço que é o palco do comprometimento de quem tem compromisso com Poxoréu. Ouçam o grito...

Lindiomar(DOMA) | Prof.letra_mar@yahoo.com.br | Sorriso-MT

 

Todos os dias às 07:30 horas da manhã antes de começar o meu expediente de trabalho em meu escritório,eu dou uma olhada no site de Poxoréu para saber as notícias de minha terra natal.Parabéns Batistão e sua equipe pelo excelente trabalho que vem realizando.Abraços em todos os meus ex-colegas de colégio e aos conterrâneos.Realmente o tempo passa rápido, lembro-me dos tempos de criança, das peladas no campo da rua Paraíba, dos banhos no poção do córrego do bororo no rio Poxoreu e no rio Areia, de repente a minha geração já chegou aos 40 e aos 50 anos, fora os que partiram antes para a eternidade.È a vida, o tempo passa para todos, ás vezes erramos e procuramos não errar mais. É, a vida passa para todos.Deus abençoe a Todos em nome do Senhor Jesus.

ADAILTON DA LUZ MILHOMEM | LUZMILHOMEM@HOTMAIL.COM

 

Batistão meu amigo e valoroso batalhador, sempre buscando o melhor para Poxoréu...sei que as vezes unanimidade é burrice mas se tratando do BlogPox, 100% de todos nós filhos, moradores e simpatizantes dessa terra temos que lhe agradecer e muito pelo seu acirrado trabalho. Política é uma questão pessoal vc é um cidadão livre que paga seus impostos com direito de ir e vir e fazer sua escolha mediante eleições diretas modo que sou teu admirador e grato a DEUS por lhe encaminhar e abençoar sua dignidade de trabalho honra e inteligência, conte conosco que estamos sempre ao lado do direito e da justiça na fé com Deus e vencendo sempre...meu abraço violeirístico.

Aurélio Miranda | aureliomirandaviola@hotmail.com | Campo Grande - MS | 

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Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 12:08
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Praça da Cohab Velha

COMPROMISSO ASSUMIDO

 

Ruy Nogueira Barbosa

 

Estive em Poxoréu, na semana passada, oportunidade em que juntamente com minha esposa, Sra. LELIANE BARBOSA, tivemos um rápido, porém proveitoso encontro com o Sr. JOSÉ CORREIA FILHO, o Sr. RONAN FIGUEIREDO, o Sr. JOSÉ RIBEIRO (Zecão) e o Sr. ZÉ DE SOUZA.

Na ocasião, tive a grata surpresa e satisfação de ouvir em alto e bom som, diretamente do Sr. JOSÉ CORREIA DE OLIVEIRA, na presença das pessoas acima citadas, que a PRAÇA da COHAB VELHA será entregue à população de Poxoréu, antes do natal, compromisso devidamente registrado na câmara de meu celular.

 

Segundo o Sr. JOSÉ CORREIA, as impropriedades por mim verificadas e apontadas na primeira observação que fiz, foram objeto de indagações do digno representante do Ministério Público desta comarca, as quais, já foram corrigidas.

 

Quando de minha primeira manifestação asseverei que desde outubro do ano passado, com o início dos trabalhos de reforma da praça, a população da COHAB VELHA, encontra-se privada desse vital espaço público, em condições de uso, fato pontualmente discutido e visualizado com o Sr. JOSÉ CORREIA, o qual se comprometera em adotar as providencias necessária, ao que esperamos, medidas concretas.

 

Em assim sendo, caso a entrega ocorra no prazo compromissado, desde já, na condição de munícipe e contribuinte, externo meus agradecimentos, pois, a pracinha da COHAB VELHA, não se trata apenas e tão somente de uma obra voluptuária e ou de adorno, é muito mais, se trata de espaço de uso e domínio público, inserida na arquitetura do primeiro conjunto habitacional planejado de nosso município.

 

Continuo vigilante e no aguardo.

 

Ruy Nogueira Barbosa - Engenheiro Agrônomo; Advogado pós-graduado (Processo Civil)e pós-graduando em Direito Ambiental. E-mail:ruypoxoreo@hotmail.com



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 18:43
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Ação da PM

Excessos desnecessários

 

João Batista A. Barbosa

 

Comentários na cidade dão conta que a operação realizada pela força tarefa da Polícia Militar do Comando Regional Sul, no final da semana passada, inicialmente prevista para combater a criminalidade em Poxoréu, lamentavelmente, ultrapassou os limites legais da sua atribuição institucional e constitucional, deixou medo e muito a desejar.

 

A população, ainda espantada, reclama de excessos desnecessários e eventuais abusos de autoridade. Alguns registraram Boletim de Ocorrência na delegacia local. Outros, encaminharam reclamações à  OAB Poxoréu, ao Ministério Público, ao Fórum de Poxoréu e às demais autoridades do município.

 

Invasão de residências e estabelecimentos familiares sem o devido mandado judicial. Humilhação de moradores, inclusive um conhecido advogado da cidade...imagine os pobres coitados moradores da periferia da cidade.

 

Para se ter uma idéia, um dos exageros marcante foi a invasão e o fechamento do tradicional Bar Havaí, estabelecimento da família Bortolloto Xavier, da conhecida trabalhadora, mãe e amiga de todos, dona Vani, que foi lacrado por dois dias.

 

O Bar Havaí funciona há mais de 45 anos na Rua Paraíba, em frente ao Diamante Clube, no centro histórico da cidade; É um local super familiar, frequentado por profissionais liberais, trabalhadores, advogados, médicos, professores, comerciantes, funcionários públicos, políticos e por diversas autoridades quando em visita à cidade, à exemplo de desembargadores, magistrados,  promotores de justiça, procuradores etc.

 

Dona Vani, simpática senhora, viúva com mais de 60 anos, do Bar Havaí tirou sustento para educar e criar seus quatro filhos. Dona Vani foi desrespeitada, ilegalmente constrangida e humilhada. Os freqüentadores do seu estabelecimento, também. O educador italiano Bruno Marini, um dos grandes benfeitores da nossa comunidade, nosso embaixador poxoreense na Itália, estava no local e ficou assustado. “Parecia que a ditadura militar tinha voltado”, disse quando acompanhou proprietária dona Vani Bortolotti à delegacia municipal, local de trabalho do seu filho João Bortolotti, para registrar o Boletim de Ocorrência.

 

À exemplo de mais de 90% dos estabelecimentos comerciais de Poxoréu, a sede do Bar Havaí é conjugado com a residência da família proprietária, da mesma forma que o bar do Dilonzinho, senhor que recentemente comemorou 60 anos, e de muitos outros comerciantes também humilhados pela ação militar. A fundamentação jurídica alegada pela PM para fechar o ambiente foi que o bar possui acesso à residência da proprietária pelos fundos... Esqueceram que esse isso não tem nada de ilegal, ante a ausência de previsão legislativa. Desrespeitaram o principio constitucional de que “ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa a não ser em virtude de lei”. Além de ignorar esse importante princípio que protege o cidadão contra a opressão e a violência do Estado, ignoraram muitos outros, entre os quais a presunção de inocência, a ausência de mandado judicial, o Estado Democrático de Direito e, também, desrespeitaram o Código de Postura do Município e usurparam o poder do ente municipal responsável por tal fiscalização.

 

Dona Vani merece nossa solidariedade e o respeito de todos – principalmente das autoridades públicas custeadas com os recursos de seu honesto labor, mediante pagamente de tributos impostos.

 

Vamos estender nossa solidariedade às famílias poxoreenses constrangidas ilegalmente pela lastimável ação policial.

 

Vamos aguardar, serenamente, os esclarecimentos das autoridades constituídas do município, da Secretaria de Segurança Pública do Estado e do Governo Blairo Maggi e, finalmente, a manifestação da Justiça de Mato Grosso.

 

O povo ordeiro e trabalhador de Poxoréu merece e deve ser respeitado em seus direitos fundamentais e garantia da integridade da sua personalidade humana.

 

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João Batista A. Barbosa é advogado em Mato Grosso.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 12:50
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Opinião: Jeová Xavier

COISAS DE POXORÉU

 

Jeová Xavier

 

Na semana passada, decidi não mais me apresentar neste blog, temendo o enjoo dos leitores, mas bastou uma simples visita ao distrito de Aparecida do Leste para voltar atrás na decisão. Logo na chegada, o carro raspou o peito de aço num banco de areia em cima do calçamento. Alguns moradores preparavam sacos de areia para livrar suas casas da enxurrada. “A areia vem da pracinha”, disse um morador. Fui ver a praça que fica escondida atrás de um “posto de saúde” construído recentemente no lugar onde deveria ser a praça, e logo percebi o nível da mão de obra empregada. Como a mão de obra é um dos itens mais caros de qualquer construção, preferiram economizar bem. Alguns detalhes chegam a ser risíveis. Mais acima, uma espécie de “quadra de areia” construída em cima de um monte de areia (não precisava de tanto), o canto da quadra já desabou. Os moradores não escondem o descontentamento. A construção é apenas mais uma, fruto das tais emendas parlamentares.

 

Outra pracinha que tem chamado a atenção é a da Cohab Velha. Eta obra teimosa. Não sei se é emendada também, mas os remendos completaram um ano no mês passado e nada de ficar pronta. Desde quando o Dr. Rui falou sobre ela aqui, os avanços mais significativos da grande reforma foram a derrubada das poucas árvores que ali existiam e por último a demolição do coreto. Vamos aguardar mais um pouco, pessoal, quem sabe dá para reinaugurar antes do fim da atual administração.

 

Agora, o que dá graça mesmo é o começo da tal reforma do balneário Lagoa. Foi até tema dos alunos que participaram do encerramento das discussões sobre a vocação econômica do município. Essa obra está bem emendada. O problema é que a construtora demonstra não ser do ramo. Tentaram fazer uma espécie de “matambe”(?) com palha de coco para represar a água na parte da nascente. Não deu certo, a água rompeu a portentosa estrutura. Nossos garimpeiros têm mais habilidade no represamento de água.

 

Outro fato preocupante e muito comentado nos últimos dias foi a força tarefa da Polícia Militar em nossa cidade, segundo a instituição, para combater a criminalidade. A operação foi bem ensaiada e todo mundo que pensa anteviu os excessos. E que excesso. Até o tradicional Bar Havaí (da minha querida tia Vani) ficou fechado por dois dias. Motivo, pasmem: o bar ter acesso à residência da proprietária pelos fundos. “dona Genésia”, como diz os freqüentadores do bar, registrou boletim de ocorrência por conta da truculência do policial encarregado da diligência. “Tenho quase 50 anos de bar e nunca imaginei que fosse proibido ter acesso à residência pelos fundos. Era só me avisar antes”, reclamou com razão a proprietária.

 

Por último. Fui informado que resolveram por fim à contenda do encontro de violeiros e a feira agropecuária. Os homens que pensam em Poxoréo mandaram para a Câmara um projeto de lei que se aprovado não permitiria a realização de nenhum outro evento concomitante à dos violeiros. Houve mudança de última hora e a lei vai permitir a realização dos três eventos ao mesmo tempo (feira, encontro de violeiros e a festa do pequi), caso haja consenso, claro. Fácil, é só editar a lei que tudo fica resolvido, legalizado, inclusive a política de fundo de quintal. Isso que é ter confiança que vão ficar eternamente no poder.

 

São as coisas de Poxoréo, se de um lado não dá para resolver a questão da segurança pública com o estado investimento na qualidade da educação, criação de emprego e renda, para citar as medidas mais conhecidas, resta então a força do cassetete. Se não dão conta de administrar da forma que manda a lei, resta então correr atrás de muitos milhões de reais e com eles fazer uma cortina de fumaça para esconder os verdadeiros problemas administrativos, mas nem com muito dinheiro parece ser possível. Como é difícil a vida de administrador em Poxoréo. Da mesma forma, se não conseguem enxergar nas instituições a verdadeira destinatária e responsável pelas realizações e bem estar da população, o jeito é socorrer-se através de uma lei. O problema que nem tudo que é legal e moral.

 

São coisas de Poxoréu, com u.   

 

Jeová Xavier

E-mail: jeovapx@brturbo.com.br



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:27
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ESCOLA JÚLIO MÜLLER

VERBA PARA CONCLUIR A REFORMA DA ESCOLA JÚLIO MÜLLER ESTÁ GARANTIDA PELA SEDUC MT

 

Recebemos mensagem do engenheiro Diomario Pereira Lago, da coordenadoria de Obras/Seduc-MT, na qual informa a diretora Ademilde Souza, que, devido a problema interno na Secretaria de Educação de Mato Grosso, ocorreu um pagamento da EE Presidente Dutra Do Alto Coité, equivocadamente lançado como sendo da Escola Julio Muller. Assim, como a empresa do Durval entrou com uma Medição da EE JULIO MULLER, esta se encontrava momentaneamente sem saldo no orçamento/controle de despesas, impossibilitando a liberação. O acerto de lançamento será realizado pelo setor Financeiro da Seduc nas próximas horas. Na manhã de hoje o engenheiro Diomário Lago telefonou para o empreiteiro Durval e informou sobre a correção. Ainda segundo Diomário, o repasse da verba para a Prefeitura de Poxoréu será efetuado até o dia 15/12/09. O aditivo do convênio já foi aprovado, faltando apenas sua publicação no Diário Oficial para poder empenhar e assim fazer as Medições de Aditivo. A verba para concluir a reforma da Escola Júlio Müller está garantida pela SEDUC, conclui o poxoreense Diomário.

 

(Batistão)



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:17
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Escola Júlio Müller

Escola Estadual Cel. Júlio Müller aguarda conclusão da reforma.

 

Ademilde de Oliveira Sousa*

 

 

Depois de lutas e espera, recebemos uma boa notícia, no final do ano de 2007, a tão almejada reforma da Escola Estadual Cel. Júlio Müller - a primeira escola pública estadual de Poxoréu – fato não concretizado até os dias de hoje, conforme será demonstrado adiante.

 

No final de janeiro de 2008, parte da verba da reforma fora enviada pelo governo do Estado de Mato Grosso, conforme previsto em convênio com a Prefeitura de Poxoréu, ente responsável pelo processo de licitação e acompanhamento da obra.

 

Dessa data até início de maio de 2008, o então prefeito Antonio Rodrigues afirmava que não tinha recebido a primeira parcela prevista para o início das obras.

    

Em contato com engenheiro Diomário Lago e o subsecretário Ezequiel da SEDUC – Secretaria de Educação do Estado de Mato Grosso, a diretoria da Escola Júlio Müller recebia a confirmação que o depósito na conta da Prefeitura de Poxoréu.

 

Antes de iniciar a reforma, realizou-se o processo licitatório. A firma do Durval ganhou a licitação. Porém, a pedido do então prefeito Antonio Rodrigues, a empresa ganhadora da licitação terceirizou a obra da reforma para a empresa do Sr. João de Tal, de Rondonópolis. Isto tudo sem o conhecimento da direção da escola.

 

No dia 12 de maio de 2008, compareceu uma empreiteira de Rondonópolis, que deu inicio às obras da reforma, garantindo o prazo de 4 (quatro) meses para a conclusão.

 

Quatro meses depois, em setembro de 2008, a empreiteira de Rondonópolis abandonou o serviço, deixando diversas dívidas junto ao comércio local comércio e um vigilante na obra paralisada – esse preposto, após 2 meses sem receber seus salários, quebrou inúmeros vidros e janelas.

 

Junto ao prefeito Antonio Rodrigues, a direção desta escola não conseguiu nenhuma justificativa para o atraso e paralisação da reforma, não obstante a nossa insistência.

 

No início de fevereiro de 2009, reunimos a direção, professores e demais profissionais desta escola com o novo prefeito Ronan Figueiredo, juntamente com empresário Durval Pereira, e reiteramos solicitação de providências quanto à paralisação da reforma. O prefeito Ronan esclareceu que o atraso para o início da reforma no ano de 2008, foi em razão da verba ter sido depositada na conta do DAE – Departamento de Águas e Esgoto do Município e que o prefeito Antonio Rodrigues desconhecia a origem do recurso, motivo pelo qual a mesma ficou aplicada até maio do mesmo ano, quando do início da reforma.

 

Em razão de várias mudanças na planilha de orçamento da obra, a verba fora insuficiente, pois o piso fora substituído por um melhor (de granilite por cerâmica), os forros das salas não constavam na relação e, no entanto todas as salas foram forradas.

 

A partir de então, inúmeras tentativas junto à SEDUC-MT e ao prefeito Ronan Figueiredo foram efetuadas, para que houvesse a conclusão da reforma, porém, não logramos êxito até o momento.

 

Em outubro, quando da visita do governador Blairo Maggi, tivemos a oportunidade de conversar, relatar os fatos e formalizar os nossos pedidos.

 

Na última semana de outubro, recebemos uma ligação do Secretário de Educação afirmando a aprovação de um aditivo ao convênio original e a confirmação do prazo de 15 dias para remessa da verba complementar objeto do aditivo.

 

Nesta terça-feira, dia 1º de dezembro, o empreiteiro Durval Pereira esclareceu que após mandar uma medição para a SEDUC realizar a vistoria dos serviços realizados e liberar o pagamento para sua empresa e quitar as dívidas contraídas para aquisição do material utilizado na reforma, fora informado pelo engenheiro Diomário que houve um erro no departamento financeiro da SEDUC, e que a Escola Júlio Müller não tinha nenhum valor destinado a complementação da reforma, pois, devido à falha na planilha de orçamento daquela Secretaria, o recurso pertenceria à escola Presidente Dutra do Alto Coité.

 

Há quase um ano, a Escola Júlio Müller funciona precariamente em um espaço destinado a Biblioteca Municipal, onde muitos documentos mofados estão dentro da sala de aula, prejudicando a saúde dos alunos e professores – nesse prédio, outro espaço é ocupado pela Assessoria Pedagógica.

 

No local existem apenas três sanitários para uso geral. Um cubículo destinado a preparação da merenda escolar. Todos os documentos da escola estão num salão, mofando prejudicados pelo excesso de umidade do ambiente.

 

O laboratório de informática da escola, com 20 máquinas, está desativado, bem como a biblioteca. Não temos espaço para desenvolver aulas de reforços e outras atividades extraclasse.

 

As aulas de educação física são ministradas em outro espaço, longe do acompanhamento da equipe gestora.

 

A Horta Pedagógica encontra-se desativada, e as estruturas das estufas estão deteriorando. Deixando de receber verba para manutenção.

 

Sabemos que o Laboratório de Informática é um dos principais atrativos para o aluno escolher a escola e ser frequente. Deixamos de ser uma escola atrativa. Por essas razões, a nossa tradicional qualidade do ensino ficou prejudicada e o número de alunos matriculados reduziu.

 

Portanto, só nos resta conclamar a comunidade de Poxoréu, os ex-alunos, os amigos da Escola Júlio Müller, para solicitar o apoio de todos para juntos buscarmos uma posição do Governo do Estado de Mato Grosso no sentido de solucionar o problema, pois queremos iniciar o ano letivo de 2010 na sede da nossa escola.

 

Contanto com sua ajuda, antecipadamente agradecemos.

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 *Profª. Ademilde de Oliveira Sousa é diretora da Escola Estadual Cel. Júlio Müller em Poxoréu (MT). E-mail: bidesousa2@hotmail.com



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 21:48
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Túnel do Tempo

EXTERNATO SÃO JOSÉ

 

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Externato São José, atual Escola Poxoréu.

Grupos de alunos e alunas com Dom José Selva, em 15 de agosto de 1942.

(Arquivo da Escola)

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:50
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Nota de Falecimento

ADEUS, JONAS VIEIRA

 

 

Com pesar, noticiamos o falecimento do fazendeiro Jonas Vieira dos Anjos, em Cuiabá. Jonas, que lutava bravamente contra um câncer há vários meses, estava internado há alguns dias, fez recentemente uma cirurgia para retirada de tumores, porém, não resistiu ao tratamento e veio a óbito na noite ontem, domingo, dia 29 de novembro. O sepultamento foi realizado em Poxoréu, no final da tarde desta segunda-feira. Jonas deixa esposa, filhos, parentes e muitos amigos.

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:30
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Garimpeiros I

Há quem se arrisque na terra do diamante

 

Eduardo Gomes

 

Diamante à ufa. Garimpeiros por todos os lados. Chão de cabarés lavados com cerveja. Mulheres lindas recrutadas a dedo em Goiânia. Tresoitão Smith&Wesson na cinta dos donos de garimpos. Cheque nem pensar. Pagamento somente em cash. Aviões comerciais pousando e decolando com capangueiros. Poxoréu burbulhava. Tesouro e Guiratinga, também. O ciclo da garimpagem passou. Melhor, quase passou, porque ainda restam velhos aventureiros sonhadores que não se entregam. Batalham pesado nos monchões e grupiaras em busca da pedra boa que teima em se escafeder deixando todos blefados, de picuá vazio e sem o gosto do bamburro. 

 

Localizada numa área acidentada, espremida entre morros e o rio Poxoréu, a cidade é uma sequência de ruas sinuosas e permeadas por ladeiras. Por meio século ostentou o título de “Capital do Diamante”, realeza que murchou em meados da década de 1970, quando a extração entrou em declínio e levas de garimpeiros migraram para outras frentes em Nova Marilândia, Alto Paraguai, Arenápolis e Juína.

 

A Poxoréu do apogeu do garimpo morreu. Renasceu em outra cidade, pacata, exportadora de jovens para o mercado de trabalho e as faculdades, com a economia calcada no agronegócio. Perdeu as correntes migratórias que cruzavam o Brasil de cabeça para baixo e para cima em busca da fortuna fácil nos garimpos. O mesmo destino estava reservado à Tesouro, Guiratinga e Itiquira, na região.

 

Do mesmo modo que começou, terminou a opulência do ciclo da garimpagem. Poucos fizeram fortuna. Ganhou dinheiro quem comprou o cerrado que, à época, tinha preço de banana. Os milhares de garimpeiros desfrutaram apenas da aventura, da farra. Quem bamburrava gastava para se auto-afirmar junto aos companheiros e às mulheres. Pode ser que alguém tenha acendido charuto com a nota de cem da época, mas também pode ser lenda que isso tenha acontecido. Porém, era tradição lavar chão de cabaré com Brahma, a cerveja que Artêmio Capelotto vendia na região. Poucos tinham automóvel. Era raridade, mas com os bolsos cheios os novos e temporários ricos alugavam os famosos carros de praça – táxi – que normalmente eram Jeep, Toyota Bandeirantes, Rural ou a velha e boa Kombi. Alguns endinheirados se davam ao luxo de viagens de ostentação refestelados nas poltronas vermelho-aveludado dos bimotores DC-3 da Real Companhia Aérea, que fazia rota de Belo Horizonte para os pólos do garimpo na então região leste mato-grossense. 

 

Sem o garimpo a cidade perdeu o quê de aventura que foi sua grande marca na época em que o farmacêutico Amarílio de Britto tinha, sempre em mãos, uma fórmula homeopática para curar malária, gonorréia, asma e até mesmo ressaca implacável. O som do serviço de alto-falante “A Voz de Poxoréu” silenciou-se. Os ônibus da Transportes Baleia sumiram na curva da estrada, que também levou para Cuiabá um velho conhecido de todos, Prisco Menezes, um milionário que socorria – bem remunerado, é claro – o gerente do Banco do Brasil, quando não havia numerário na tesouraria para grandes saques. Ficou o passivo ambiental. Montanhas de rabo de bica. Assoreamento dos rios e riachos. Resta um gosto amargo de saudade.

 

O garimpo manual cedeu lugar às dragas. À escala comercial com enormes retroescavadeiras, caminhões basculantes, intervenção nos cursos d’água, GPS, equipamentos de última geração e gerenciamento profissional. Mesmo assim o faturamento do gigantismo das empresas mineradoras, nem de longe lembra o barulho dos garimpeiros anônimos que se espalhavam por Alto Coité, Raizinha e por onde mais se possa imaginar.

 

 

 

Profissão não dá segunda safra

 

 

Saturnino José do Nascimento, baiano de 84 anos, é nome estranho em Alto Coité, distrito de Poxoréu. Porém, se alguém perguntar por ‘seo’ Satu, o povoado inteiro sabe quem é. Afinal, ele garimpa naquelas bandas há 40 anos, todos os dias; todos os dias, não, porque guarda o sábado santo do Senhor, em obediência aos ensinamentos bíblicos pregados pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.

 

Satu é um poço de saúde. Trabalha o dia inteiro. Pega no pesado com a mesma disposição da juventude. Conversa pouco e escuta com dificuldade. Não toma medicamento. Usa roupas surradas e sandálias de couro costuradas por suas mãos calejadas. É casado, mas a patroa dona Severina Campos do Nascimento, septuagenária, mora em Anápolis (GO), “vende roupas”, revela. Matrimônio para ele é coisa sagrada, mas não faz segredo que mantém uma namorada de trinta e poucos anos na vila, “eu banco ela. Homem não pode ficar sem mulher”, mostra verbalmente uma virilidade que a faixa octogenária não derruba e que os 11 filhos que tem atestam.

 

O Garimpo da Onça, onde Satu trabalha, fica perto da margem do córrego do Coité – que dá nome ao lugar - mas ele paga renda de 10% ao dono da área, muito embora o mesmo não tenha titularidade no subsolo. Garimpeiro que é garimpeiro não discute questão legal, direito. Simplesmente paga o que deve e ponto final.

 

Pedra boa mesmo, Satu pegou somente cinco; uma com 12 quilates. Ajuizado não fez esbórnia com a mulherada nem bebeu. Comprou uma casa em Alto Coité e outra em Anápolis, onde sua mulher mora com a filharada.

 

Cansado sim, porém sempre disposto. Esse é o estado de espírito de Satu, que não aceita outra vida senão a que leva. Distante do mundo, o velho garimpeiro não sabe quase nada do que se passa ao seu redor. O nome do governador de Mato Grosso desafia sua memória. “Já ouvi; acho que é ‘Maurio’ ou qualquer coisa assim...” - mostra seu distanciamento.

 

Há 10 anos o governo federal em parceria com Mato Grosso montou dois projetos Casulo em Poxoréu, para assentar em parcelas próximas à cidade ex-garimpeiros. Satu foi sondado por assistentes sociais e técnicos, se gostaria de receber uma parcela. Refugou. “Profissão de garimpeiro não dá segunda safra, tenho que continuar onde estou”, disse aos que o procuraram.

 

Ex-garimpeiros aposentados entre aspas que aceitaram a proposta dos  Casulo quebraram a cara. O projeto foi por água abaixo com sua meta de produzir maracujá que seria destinado à indústria de sucos e concentrados Maguary, em Araguari, Minas Gerais.

 

A balbúrdia nos Casulo foi grande. Nunca o pessoal, oriundo do garimpo, colheu um maracujá sequer. Para salvar as aparências, quando o governador Dante de Oliveira visitava o projeto, técnicos providenciavam o fruto em supermercados na vizinha Rondonópolis, para que fossem mostrados como safra do lugar.

 

Satu não foi o único garimpeiro a virar as costas aos Casulo. Outros também tiveram a mesma reação. Alguns deles foram vencidos pela idade e doenças. Saíram do batente. Foram empurrados pela circunstância para o Abrigo da Associação dos Garimpeiros de Poxoréu.

 

Mês passado, 29 garimpeiros sem força para o trabalho e minados por doenças, sobretudo respiratórias, ocupavam as enfermarias do abrigo, que é dirigido pela filha de garimpeiro Maria Aparecida dos Santos, mais conhecida por Cida Caburé – apelido que aceita com naturalidade.

 

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Eduardo Gomes é jornalista em Cuiabá

Original publicado no jornal Circuito MT - www.circuitomt.com.br .



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 12:26
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Garimpeiros II

O velho do rio Garças

 

Eduardo Gomes

 

 

Antes mesmo dos primeiros raios do sol ‘seo’ Alcides Silvino da Conceição mergulha nas águas limpas do rio Garças, que passa ficando. “Este é o meu rio”, comenta com um sorriso banguela. Após o banho caminha lento ladeira acima até o barraco onde mora, à beira da estrada poeirenta nas imediações de Tesouro. Com a mão esquerda ‘passa’ o café no coador de pano. Bebe duas canecas lentamente. Quebra o torto com carne-de-sol, arroz, feijão e farinha de mandioca. Repete os cafezinhos. Pega a trilha e, 200 metros depois, está no Travessão Ximberlim, onde ganha o pão e se ilude à espera da danada bamburra que não vem.

 

‘Seo’ Alcides é bem mais moço que Satu. Tem 75 anos e a saúde é abalada. Uma cascavel picou seu pulso direito há 30 anos. Desde então tem a mão ‘lerda’. Para complicar não enxerga mais do olho direito. Sozinho no mundo, tem somente a benção do Senhor Bom Jesus da Lapa, que não nega proteção ao garimpeiro.

 

Mesmo debilitado, ‘seo’ Alcides trabalha. Pega no pesado com se os anos não tivessem passado, como se a cascavel tivesse errado o bote e seu olho direito visse todas as luzes do mundo. Mais que conformado, esse goiano de Santa Helena e celibatário por opção é otimista. “Ainda tenho muito trabalho pela frente”, aposta, enquanto demonstra como trela o cascalho com a suruca de seu jogo de velhas peneiras.

 

Tesouro estava no auge quando ‘seo’ Alcides chegou por lá em 1957 e encontrou pioneiros remanescentes que compartilharam com Antônio Cândido de Carvalho, o Carvalhinho, a fundação da então vila no município de Alto Araguaia e que em 1943 passaria a pertencer a Guiratinga.

 

O nome do lugar foi escolhido pelo garimpeiro João José de Moraes, o lendário Cajango, que acreditava na existência de tesouro em diamante no subsolo e leitos dos rios da região. Cajango percorreu Mato Grosso e Goiás divulgando o potencial mineral de Tesouro. Com isso atraiu aventureiros, comerciantes, prostitutas, caixeiros viajantes, farmacêuticos, criadores de gado.

 

No prolongado ciclo do diamante que se arrastou por quase um século, Tesouro era verdadeira Meca. Suas lojas vendiam os cortes de tecidos mais finos da moda no eixo Rio-São Paulo. Perfumes e lingerie franceses apimentavam castas senhoras em seus leitos conjugais. O carteado corria solto. O bom malte escocês aquecia os corações nos bailes na cidade e nas vilas de Batovi, Cassununga, Coréia e outras naquele município e na vizinha Guiratinga. A música da sanfona de mestre Lídio Magalhães e do saxofone do maestro Marinho Franco era bálsamo para o corpo moído da garimpeirada.

 

Mesmo sendo morador antigo ‘seo’ Alcides chegou bem depois da grande chacina de Tesouro. Em 1936, um fato isolado e de triste memória para a população cobriu de sangue um dos cabarés. Um soldado destacado na cidade e que teria se sentido ofendido por uma prostituta, foi ao comando da Polícia Militar em Cuiabá e retornou integrando uma soldadesca comandada por um tenente. A reação dos policiais em desagravo ao companheiro de farda foi trágica: na calada da noite, enquanto pares dançavam e casais se entregavam, o prostíbulo foi cercado pela tropa, invadido e, em seguida as mulheres, frequentadores e funcionários foram executados a tiros. Ainda hoje, há quem sustente que 45 pessoas tombaram na fuzilaria. O comerciante e ex-vereador Salvador Lopes Torres, de 80 anos e nascido naquele lugar, conta o que ouviu do pai: a polícia requisitou cidadãos para carregar os corpos ao cemitério, onde inclusive feridos teriam sido sepultados. Um dos encarregados do sepultamento teria ouvido soldados dizendo que, após a última remoção do cabaré, tais pessoas também seriam abatidas. Diante dessa ameaça e tendo a escuridão da noite por aliada, os carregadores se escafederam.

 

A casa palco da tragédia, à Rua Ponce de Arruda, foi demolida. Em seu lugar surgiram outras duas, divididas por uma parede. Um desses imóveis pertence ao comerciante e comprador de diamantes João Moreno de Lima, nascido em Manga, Minas Gerais e residente na cidade há mais de 50 anos. Moreno é uma das pessoas mais conhecidas e respeitadas do lugar. Conhece como ninguém o passado da região e tem o hobby de colecionar materiais fossilizados.

 

Teimosia no rio Itiquira

 

 “O diamante ‘tá’ aqui”. Insiste o garimpeiro inativo Alípio Pereira da Silva, mostrando o leito do rio Itiquira, nas imediações da cidade à qual o rio empresta o nome.

 

Alípio tem 63 anos. Se fosse burocrata seria coroa, estaria aposentado há longo tempo. Porém, é garimpeiro e nessa profissão somente se aposenta quando o corpo baixa sepultura, a doença inferniza ou alguma barreira ambiental o deixa, temporariamente, inativo.

 

Garimpeiro com passagem pelos quatro cantos de Mato Grosso, Alípio já correu atrás da pedra boa com escafandro no fundo do rio Paranatinga, em Paranatinga. Batalhou em Juína, mas não gosta do diamante industrial que é a base da atividade mineral naquele município. Correu pra lá e pra cá. Voltou para Itiquira, sua terra adotiva e de coração, porque na verdade a parteira o recebeu em Alcantilado, uma vila que teve famoso garimpo pras bandas de Guiratinga.

 

Novamente voltar a garimpar no rio Itiquira é o sonho de Alípio, tarimbado nessa arte e que sonha acordado em pegar um diamante de 10 quilates para dar a grande virada em sua vida.

 

Ao lado da cidade havia o Garimpo da Prainha, “isso por volta de 1969” – recorda. Alípio não sabe dizer quantos meses trabalhou na Prainha, mas lembra bem que o leito do rio foi deslocado para a esquerda, mas sem comprometer seu curso e corrente livre. “Hoje a gente não pode nem falar um ‘a’ sobre garimpar que o Ibama chega e bota pressão”, lamenta.

 

Itiquira, nos bons tempos do garimpo, era uma cidade sem violência. “A gente deixava a porta encostada, as chaves ficavam na ignição dos carros, ninguém roubava nem furtava. Quem botasse a mão do alheio caía no porrete, pois a povo não aceitava isso”, revela.

 

A Itiquira dos garimpeiros também foi engolida como Poxoréu e Guiratinga. Hoje, o município é um dos principais pólos do agronegócio com grandes lavouras de soja, algodão, milho safrinha, cultivo de seringal, beneficiamento de látex, rebanho bovino e, mais recentemente, também aquecido pela geração de energia de origem hidráulica.

 

A teimosia de Alípio em garimpar pode até levá-lo novamente à atividade que sempre garantiu o pão de cada dia de seus filhos, porque o ciclo da garimpagem passou, mas ainda permite novas tentativas de se fazer fortuna da noite para o dia. Mesmo assim é bom levar em conta a sabedoria de Satu, o decano de Poxoréu, “profissão de garimpeiro não dá segunda safra”.

 

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Eduardo Gomes é jornalista em Cuiabá

Original publicado no jornal Circuito MT - www.circuitomt.com.br .



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 12:25
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Túnel do tempo

Foto histórica do Centro Juvenil

 

 

 

Prof. Bosco Vasconcelos e sua equipe feminina de 1991.

18 anos depois, quem se habilita a identificar essa garotada??

 

Clique Aqui e veja outras fotos no Blog do Centro Juvenil

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:51
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Folha de São Paulo

Violência e juventude

 

Editorial Folha de São Paulo

 

DUAS PESQUISAS realizadas a pedido do Ministério da Justiça ajudam a tornar mais preciso o diagnóstico que relaciona os altos índices de violência do país a seus principais protagonistas e vítimas, os jovens. Dos entrevistados, entre 12 e 29 anos, 30% estão em constante contato com a violência. São agredidos, testemunham assassinatos e abusos policiais, têm fácil acesso a armas de fogo.

O retrato é preocupante, mas é também necessário evitar "a sensação de caos paralisante", na expressão de Renato Sérgio de Lima, secretário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que coordenou os levantamentos.

Há motivos ponderáveis para crer na perspectiva de melhora gradual do atual cenário. O fenômeno da violência é intenso, porém localizado, dizem os especialistas. Geograficamente, os jovens são hoje mais vulneráveis em cidades médias do que nas grandes cidades do centro-sul do país, exceção feita ao Rio. No corte de renda, como se sabe, as principais vítimas são pobres.

Mas são sobretudo jovens. Esse fato, por si só perverso, é também o que aponta para a possibilidade de melhorias. Estudos demonstram que a evolução demográfica em curso -com o envelhecimento da população e a consequente diminuição da proporção de jovens- associada ao aumento da escolaridade média e da frequência escolar têm forte impacto negativo nos índices de violência e criminalidade.

Tendências demográficas ajudam, decerto, mas as autoridades também precisam fazer a sua parte. Além de constante investimento em segurança, urge melhorar a qualidade e a atratividade das escolas, atendendo à população desde os anos anteriores à alfabetização até a conclusão do ensino médio.

 

Fonte: Jornal Folha de São Paulo, edição de 26.11.2009.



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Editorial

BlogPox: Acesso 160.000

 

O Blog Poxoréu, lançado em fevereiro de 2005, para divulgar a nossa história, a nossa cultura, a nossa arte e as nossas notícias, aproximar poxoreenses esparramados pelo mundão, leitores dos diversos cantos do Estado de Mato Groso, do Brasil e do Mundo, reúne em um mesmo espaço da rede mundial de computadores os principais assuntos relacionados à nossa Poxoréu.

 

Em 24 de fevereiro de 2008, anunciávamos o acesso 50.000. Até então, uma média de 1.800 acessos mensais. Dez meses depois, em 23 de dezembro de 2008, o BlogPox chegava ao acesso 100.000. Nas próximas horas conquistaremos a marca do acesso 160.000. Uma média de 5.450 acessos por mês.

 

Para antigos e novos leitores, para os novos “ouvintes” [entre os quais o Val Feitosa e Zé da Camila, assíduos ouvintes do jornal da Rádio Sul-Matogrossense, onde nossas principais matérias são destacadas], a percepção e a certeza que o BlogPox tem polêmicas, elogios e críticas, que construímos e conseguimos manter um espaço democrático aberto para discussão dos principais temas do município de Poxoréu.

 

Tem gente que gosta. Tem gente que não gosta.

 

O Blog não possui dono. Não tem partido político. Não possui fins comerciais ou lucrativos.

 

Um blog livre e independente. 

 

Sim! continua o cantinho poxoreense mais acessado da Internet! É um dos primeiros nos site de busca nas pesquisas com a palavra "Poxoréu".

 

Sabemos que acessar o nosso Blog é uma escolha livre e soberana do leitor. Com o seu apoio, chegaremos nas próximas horas ao acesso 160.000.

 

Vamos além!!!

 

Equipe BlogPox

E-mail: poxoreo@uol.com.br



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:19
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Zoneamentos agrícolas

Ministério da Agricultura inclui Poxoréu na área liberada para  cultura da cana-de-açúcar em Mato Grosso

O Ministério da Agricultura divulgou os zoneamentos agrícolas para a cultura da cana-de-açúcar, ano 2009/10. A medida tem como premissa identificar os municípios aptos e os períodos de plantio, para cultivo da cana destinada à produção de etanol, açúcar entre outros fins nos Estados de Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Acre, Tocantins, Espírito Santo, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rondônia, Pernambuco e Rio Grande do Norte, além do Distrito Federal.

 

As portarias constam na edição dessa terça-feira, dia 24 de novembro, no Diário Oficial da União. Para essa identificação foram avaliados, entre outros aspectos, as exigências hídricas e térmicas da cultura, a aptidão climática, as ofertas climáticas, a produtividade, o nível de tecnologia, os solos e o relevo. Em Mato Grosso, além de Poxoréu, foram indicados para o plantio de novas áreas de cana, destinadas à produção de etanol e açúcar (exceto mascavo), os municípios de Barra do Garças, Campo Verde, Dom Aquino, Gaúcha do Norte, General Carneiro, Guiratinga, Jaciara, Paranatinga, Primavera do Leste,Tesouro, Torixoréu entre outros. Não foi autorizado o plantio de cana nos municípios localizados nas regiões dos ecossistemas Pantanal e Amazônia  

 

A época indicada para o plantio ocorre entre 21 de outubro a 31 de dezembro. No Brasil, o cultivo da cana é destinado, em sua maior parte, à produção de açúcar e de etanol e, em menor escada, para outras finalidades, como alimentação animal e fabricação de água ardente.

 

O sistema de produção é constituído de uma safra decorrente do plantio, seguindo de cinco ou mais safras oriundas da rebrota das soqueiras. O corte da cana-de-açúcar possibilita a renovação da cultura.

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 18:53
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Capela da Alameda Monchão Dourado

CAPELA SÃO FRANCISCO

Capela São Francisco, feita de pedras retiradas dos garimpos, uma verdadeira obra de arte,   inaugurada em 2004,  na  Alameda Monchão Dourado, em Poxoréu.

   

Detalhes interno da Capela 



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Românticos do Samba

AMORÉSIO NA PRAÇA

Amorésio Souza e Luiz Sol afinando os instrumentos para mais uma apresentação  do grupo musical "Românticos do Samba": a  tradicional noite de seresta na Praça da Liberdade, centro histórico da cidade, na última sexta-feira do ano, possivelmente dia 25 de dezembro. O encontro anual na praça conta  com a participação de amigos e convidados. 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:14
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Elias Rangel Filho

Nota de Falecimento

 

Com pesar, registramos o falecimento do amigo Elias Rangel Soares Filho, vítima em grave acidente automobilístico na BR-070, próximo a Cáceres (MT), na tarde da última quarta-feira, dia 19 de novembro. O sepultamento foi realizado na manhã de sábado em Poxoréu. Elias Rangel, filho do finado Pastor Elias Rangel, era funcionário público estadual e participou da banda da Igreja Assembléia de Deus.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 18:08
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