Túnel do Tempo

EXTERNATO SÃO JOSÉ

 

${postTitle}

 

Externato São José, atual Escola Poxoréu.

Grupos de alunos e alunas com Dom José Selva, em 15 de agosto de 1942.

(Arquivo da Escola)

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:50
[] [envie esta mensagem] []



Nota de Falecimento

ADEUS, JONAS VIEIRA

 

 

Com pesar, noticiamos o falecimento do fazendeiro Jonas Vieira dos Anjos, em Cuiabá. Jonas, que lutava bravamente contra um câncer há vários meses, estava internado há alguns dias, fez recentemente uma cirurgia para retirada de tumores, porém, não resistiu ao tratamento e veio a óbito na noite ontem, domingo, dia 29 de novembro. O sepultamento foi realizado em Poxoréu, no final da tarde desta segunda-feira. Jonas deixa esposa, filhos, parentes e muitos amigos.

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:30
[] [envie esta mensagem] []



Garimpeiros I

Há quem se arrisque na terra do diamante

 

Eduardo Gomes

 

Diamante à ufa. Garimpeiros por todos os lados. Chão de cabarés lavados com cerveja. Mulheres lindas recrutadas a dedo em Goiânia. Tresoitão Smith&Wesson na cinta dos donos de garimpos. Cheque nem pensar. Pagamento somente em cash. Aviões comerciais pousando e decolando com capangueiros. Poxoréu burbulhava. Tesouro e Guiratinga, também. O ciclo da garimpagem passou. Melhor, quase passou, porque ainda restam velhos aventureiros sonhadores que não se entregam. Batalham pesado nos monchões e grupiaras em busca da pedra boa que teima em se escafeder deixando todos blefados, de picuá vazio e sem o gosto do bamburro. 

 

Localizada numa área acidentada, espremida entre morros e o rio Poxoréu, a cidade é uma sequência de ruas sinuosas e permeadas por ladeiras. Por meio século ostentou o título de “Capital do Diamante”, realeza que murchou em meados da década de 1970, quando a extração entrou em declínio e levas de garimpeiros migraram para outras frentes em Nova Marilândia, Alto Paraguai, Arenápolis e Juína.

 

A Poxoréu do apogeu do garimpo morreu. Renasceu em outra cidade, pacata, exportadora de jovens para o mercado de trabalho e as faculdades, com a economia calcada no agronegócio. Perdeu as correntes migratórias que cruzavam o Brasil de cabeça para baixo e para cima em busca da fortuna fácil nos garimpos. O mesmo destino estava reservado à Tesouro, Guiratinga e Itiquira, na região.

 

Do mesmo modo que começou, terminou a opulência do ciclo da garimpagem. Poucos fizeram fortuna. Ganhou dinheiro quem comprou o cerrado que, à época, tinha preço de banana. Os milhares de garimpeiros desfrutaram apenas da aventura, da farra. Quem bamburrava gastava para se auto-afirmar junto aos companheiros e às mulheres. Pode ser que alguém tenha acendido charuto com a nota de cem da época, mas também pode ser lenda que isso tenha acontecido. Porém, era tradição lavar chão de cabaré com Brahma, a cerveja que Artêmio Capelotto vendia na região. Poucos tinham automóvel. Era raridade, mas com os bolsos cheios os novos e temporários ricos alugavam os famosos carros de praça – táxi – que normalmente eram Jeep, Toyota Bandeirantes, Rural ou a velha e boa Kombi. Alguns endinheirados se davam ao luxo de viagens de ostentação refestelados nas poltronas vermelho-aveludado dos bimotores DC-3 da Real Companhia Aérea, que fazia rota de Belo Horizonte para os pólos do garimpo na então região leste mato-grossense. 

 

Sem o garimpo a cidade perdeu o quê de aventura que foi sua grande marca na época em que o farmacêutico Amarílio de Britto tinha, sempre em mãos, uma fórmula homeopática para curar malária, gonorréia, asma e até mesmo ressaca implacável. O som do serviço de alto-falante “A Voz de Poxoréu” silenciou-se. Os ônibus da Transportes Baleia sumiram na curva da estrada, que também levou para Cuiabá um velho conhecido de todos, Prisco Menezes, um milionário que socorria – bem remunerado, é claro – o gerente do Banco do Brasil, quando não havia numerário na tesouraria para grandes saques. Ficou o passivo ambiental. Montanhas de rabo de bica. Assoreamento dos rios e riachos. Resta um gosto amargo de saudade.

 

O garimpo manual cedeu lugar às dragas. À escala comercial com enormes retroescavadeiras, caminhões basculantes, intervenção nos cursos d’água, GPS, equipamentos de última geração e gerenciamento profissional. Mesmo assim o faturamento do gigantismo das empresas mineradoras, nem de longe lembra o barulho dos garimpeiros anônimos que se espalhavam por Alto Coité, Raizinha e por onde mais se possa imaginar.

 

 

 

Profissão não dá segunda safra

 

 

Saturnino José do Nascimento, baiano de 84 anos, é nome estranho em Alto Coité, distrito de Poxoréu. Porém, se alguém perguntar por ‘seo’ Satu, o povoado inteiro sabe quem é. Afinal, ele garimpa naquelas bandas há 40 anos, todos os dias; todos os dias, não, porque guarda o sábado santo do Senhor, em obediência aos ensinamentos bíblicos pregados pela Igreja Adventista do Sétimo Dia.

 

Satu é um poço de saúde. Trabalha o dia inteiro. Pega no pesado com a mesma disposição da juventude. Conversa pouco e escuta com dificuldade. Não toma medicamento. Usa roupas surradas e sandálias de couro costuradas por suas mãos calejadas. É casado, mas a patroa dona Severina Campos do Nascimento, septuagenária, mora em Anápolis (GO), “vende roupas”, revela. Matrimônio para ele é coisa sagrada, mas não faz segredo que mantém uma namorada de trinta e poucos anos na vila, “eu banco ela. Homem não pode ficar sem mulher”, mostra verbalmente uma virilidade que a faixa octogenária não derruba e que os 11 filhos que tem atestam.

 

O Garimpo da Onça, onde Satu trabalha, fica perto da margem do córrego do Coité – que dá nome ao lugar - mas ele paga renda de 10% ao dono da área, muito embora o mesmo não tenha titularidade no subsolo. Garimpeiro que é garimpeiro não discute questão legal, direito. Simplesmente paga o que deve e ponto final.

 

Pedra boa mesmo, Satu pegou somente cinco; uma com 12 quilates. Ajuizado não fez esbórnia com a mulherada nem bebeu. Comprou uma casa em Alto Coité e outra em Anápolis, onde sua mulher mora com a filharada.

 

Cansado sim, porém sempre disposto. Esse é o estado de espírito de Satu, que não aceita outra vida senão a que leva. Distante do mundo, o velho garimpeiro não sabe quase nada do que se passa ao seu redor. O nome do governador de Mato Grosso desafia sua memória. “Já ouvi; acho que é ‘Maurio’ ou qualquer coisa assim...” - mostra seu distanciamento.

 

Há 10 anos o governo federal em parceria com Mato Grosso montou dois projetos Casulo em Poxoréu, para assentar em parcelas próximas à cidade ex-garimpeiros. Satu foi sondado por assistentes sociais e técnicos, se gostaria de receber uma parcela. Refugou. “Profissão de garimpeiro não dá segunda safra, tenho que continuar onde estou”, disse aos que o procuraram.

 

Ex-garimpeiros aposentados entre aspas que aceitaram a proposta dos  Casulo quebraram a cara. O projeto foi por água abaixo com sua meta de produzir maracujá que seria destinado à indústria de sucos e concentrados Maguary, em Araguari, Minas Gerais.

 

A balbúrdia nos Casulo foi grande. Nunca o pessoal, oriundo do garimpo, colheu um maracujá sequer. Para salvar as aparências, quando o governador Dante de Oliveira visitava o projeto, técnicos providenciavam o fruto em supermercados na vizinha Rondonópolis, para que fossem mostrados como safra do lugar.

 

Satu não foi o único garimpeiro a virar as costas aos Casulo. Outros também tiveram a mesma reação. Alguns deles foram vencidos pela idade e doenças. Saíram do batente. Foram empurrados pela circunstância para o Abrigo da Associação dos Garimpeiros de Poxoréu.

 

Mês passado, 29 garimpeiros sem força para o trabalho e minados por doenças, sobretudo respiratórias, ocupavam as enfermarias do abrigo, que é dirigido pela filha de garimpeiro Maria Aparecida dos Santos, mais conhecida por Cida Caburé – apelido que aceita com naturalidade.

 

------------------------------------

Eduardo Gomes é jornalista em Cuiabá

Original publicado no jornal Circuito MT - www.circuitomt.com.br .



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 12:26
[] [envie esta mensagem] []



Garimpeiros II

O velho do rio Garças

 

Eduardo Gomes

 

 

Antes mesmo dos primeiros raios do sol ‘seo’ Alcides Silvino da Conceição mergulha nas águas limpas do rio Garças, que passa ficando. “Este é o meu rio”, comenta com um sorriso banguela. Após o banho caminha lento ladeira acima até o barraco onde mora, à beira da estrada poeirenta nas imediações de Tesouro. Com a mão esquerda ‘passa’ o café no coador de pano. Bebe duas canecas lentamente. Quebra o torto com carne-de-sol, arroz, feijão e farinha de mandioca. Repete os cafezinhos. Pega a trilha e, 200 metros depois, está no Travessão Ximberlim, onde ganha o pão e se ilude à espera da danada bamburra que não vem.

 

‘Seo’ Alcides é bem mais moço que Satu. Tem 75 anos e a saúde é abalada. Uma cascavel picou seu pulso direito há 30 anos. Desde então tem a mão ‘lerda’. Para complicar não enxerga mais do olho direito. Sozinho no mundo, tem somente a benção do Senhor Bom Jesus da Lapa, que não nega proteção ao garimpeiro.

 

Mesmo debilitado, ‘seo’ Alcides trabalha. Pega no pesado com se os anos não tivessem passado, como se a cascavel tivesse errado o bote e seu olho direito visse todas as luzes do mundo. Mais que conformado, esse goiano de Santa Helena e celibatário por opção é otimista. “Ainda tenho muito trabalho pela frente”, aposta, enquanto demonstra como trela o cascalho com a suruca de seu jogo de velhas peneiras.

 

Tesouro estava no auge quando ‘seo’ Alcides chegou por lá em 1957 e encontrou pioneiros remanescentes que compartilharam com Antônio Cândido de Carvalho, o Carvalhinho, a fundação da então vila no município de Alto Araguaia e que em 1943 passaria a pertencer a Guiratinga.

 

O nome do lugar foi escolhido pelo garimpeiro João José de Moraes, o lendário Cajango, que acreditava na existência de tesouro em diamante no subsolo e leitos dos rios da região. Cajango percorreu Mato Grosso e Goiás divulgando o potencial mineral de Tesouro. Com isso atraiu aventureiros, comerciantes, prostitutas, caixeiros viajantes, farmacêuticos, criadores de gado.

 

No prolongado ciclo do diamante que se arrastou por quase um século, Tesouro era verdadeira Meca. Suas lojas vendiam os cortes de tecidos mais finos da moda no eixo Rio-São Paulo. Perfumes e lingerie franceses apimentavam castas senhoras em seus leitos conjugais. O carteado corria solto. O bom malte escocês aquecia os corações nos bailes na cidade e nas vilas de Batovi, Cassununga, Coréia e outras naquele município e na vizinha Guiratinga. A música da sanfona de mestre Lídio Magalhães e do saxofone do maestro Marinho Franco era bálsamo para o corpo moído da garimpeirada.

 

Mesmo sendo morador antigo ‘seo’ Alcides chegou bem depois da grande chacina de Tesouro. Em 1936, um fato isolado e de triste memória para a população cobriu de sangue um dos cabarés. Um soldado destacado na cidade e que teria se sentido ofendido por uma prostituta, foi ao comando da Polícia Militar em Cuiabá e retornou integrando uma soldadesca comandada por um tenente. A reação dos policiais em desagravo ao companheiro de farda foi trágica: na calada da noite, enquanto pares dançavam e casais se entregavam, o prostíbulo foi cercado pela tropa, invadido e, em seguida as mulheres, frequentadores e funcionários foram executados a tiros. Ainda hoje, há quem sustente que 45 pessoas tombaram na fuzilaria. O comerciante e ex-vereador Salvador Lopes Torres, de 80 anos e nascido naquele lugar, conta o que ouviu do pai: a polícia requisitou cidadãos para carregar os corpos ao cemitério, onde inclusive feridos teriam sido sepultados. Um dos encarregados do sepultamento teria ouvido soldados dizendo que, após a última remoção do cabaré, tais pessoas também seriam abatidas. Diante dessa ameaça e tendo a escuridão da noite por aliada, os carregadores se escafederam.

 

A casa palco da tragédia, à Rua Ponce de Arruda, foi demolida. Em seu lugar surgiram outras duas, divididas por uma parede. Um desses imóveis pertence ao comerciante e comprador de diamantes João Moreno de Lima, nascido em Manga, Minas Gerais e residente na cidade há mais de 50 anos. Moreno é uma das pessoas mais conhecidas e respeitadas do lugar. Conhece como ninguém o passado da região e tem o hobby de colecionar materiais fossilizados.

 

Teimosia no rio Itiquira

 

 “O diamante ‘tá’ aqui”. Insiste o garimpeiro inativo Alípio Pereira da Silva, mostrando o leito do rio Itiquira, nas imediações da cidade à qual o rio empresta o nome.

 

Alípio tem 63 anos. Se fosse burocrata seria coroa, estaria aposentado há longo tempo. Porém, é garimpeiro e nessa profissão somente se aposenta quando o corpo baixa sepultura, a doença inferniza ou alguma barreira ambiental o deixa, temporariamente, inativo.

 

Garimpeiro com passagem pelos quatro cantos de Mato Grosso, Alípio já correu atrás da pedra boa com escafandro no fundo do rio Paranatinga, em Paranatinga. Batalhou em Juína, mas não gosta do diamante industrial que é a base da atividade mineral naquele município. Correu pra lá e pra cá. Voltou para Itiquira, sua terra adotiva e de coração, porque na verdade a parteira o recebeu em Alcantilado, uma vila que teve famoso garimpo pras bandas de Guiratinga.

 

Novamente voltar a garimpar no rio Itiquira é o sonho de Alípio, tarimbado nessa arte e que sonha acordado em pegar um diamante de 10 quilates para dar a grande virada em sua vida.

 

Ao lado da cidade havia o Garimpo da Prainha, “isso por volta de 1969” – recorda. Alípio não sabe dizer quantos meses trabalhou na Prainha, mas lembra bem que o leito do rio foi deslocado para a esquerda, mas sem comprometer seu curso e corrente livre. “Hoje a gente não pode nem falar um ‘a’ sobre garimpar que o Ibama chega e bota pressão”, lamenta.

 

Itiquira, nos bons tempos do garimpo, era uma cidade sem violência. “A gente deixava a porta encostada, as chaves ficavam na ignição dos carros, ninguém roubava nem furtava. Quem botasse a mão do alheio caía no porrete, pois a povo não aceitava isso”, revela.

 

A Itiquira dos garimpeiros também foi engolida como Poxoréu e Guiratinga. Hoje, o município é um dos principais pólos do agronegócio com grandes lavouras de soja, algodão, milho safrinha, cultivo de seringal, beneficiamento de látex, rebanho bovino e, mais recentemente, também aquecido pela geração de energia de origem hidráulica.

 

A teimosia de Alípio em garimpar pode até levá-lo novamente à atividade que sempre garantiu o pão de cada dia de seus filhos, porque o ciclo da garimpagem passou, mas ainda permite novas tentativas de se fazer fortuna da noite para o dia. Mesmo assim é bom levar em conta a sabedoria de Satu, o decano de Poxoréu, “profissão de garimpeiro não dá segunda safra”.

 

------------------------------------

Eduardo Gomes é jornalista em Cuiabá

Original publicado no jornal Circuito MT - www.circuitomt.com.br .



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 12:25
[] [envie esta mensagem] []



Túnel do tempo

Foto histórica do Centro Juvenil

 

 

 

Prof. Bosco Vasconcelos e sua equipe feminina de 1991.

18 anos depois, quem se habilita a identificar essa garotada??

 

Clique Aqui e veja outras fotos no Blog do Centro Juvenil

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:51
[] [envie esta mensagem] []



Folha de São Paulo

Violência e juventude

 

Editorial Folha de São Paulo

 

DUAS PESQUISAS realizadas a pedido do Ministério da Justiça ajudam a tornar mais preciso o diagnóstico que relaciona os altos índices de violência do país a seus principais protagonistas e vítimas, os jovens. Dos entrevistados, entre 12 e 29 anos, 30% estão em constante contato com a violência. São agredidos, testemunham assassinatos e abusos policiais, têm fácil acesso a armas de fogo.

O retrato é preocupante, mas é também necessário evitar "a sensação de caos paralisante", na expressão de Renato Sérgio de Lima, secretário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que coordenou os levantamentos.

Há motivos ponderáveis para crer na perspectiva de melhora gradual do atual cenário. O fenômeno da violência é intenso, porém localizado, dizem os especialistas. Geograficamente, os jovens são hoje mais vulneráveis em cidades médias do que nas grandes cidades do centro-sul do país, exceção feita ao Rio. No corte de renda, como se sabe, as principais vítimas são pobres.

Mas são sobretudo jovens. Esse fato, por si só perverso, é também o que aponta para a possibilidade de melhorias. Estudos demonstram que a evolução demográfica em curso -com o envelhecimento da população e a consequente diminuição da proporção de jovens- associada ao aumento da escolaridade média e da frequência escolar têm forte impacto negativo nos índices de violência e criminalidade.

Tendências demográficas ajudam, decerto, mas as autoridades também precisam fazer a sua parte. Além de constante investimento em segurança, urge melhorar a qualidade e a atratividade das escolas, atendendo à população desde os anos anteriores à alfabetização até a conclusão do ensino médio.

 

Fonte: Jornal Folha de São Paulo, edição de 26.11.2009.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:55
[] [envie esta mensagem] []



Editorial

BlogPox: Acesso 160.000

 

O Blog Poxoréu, lançado em fevereiro de 2005, para divulgar a nossa história, a nossa cultura, a nossa arte e as nossas notícias, aproximar poxoreenses esparramados pelo mundão, leitores dos diversos cantos do Estado de Mato Groso, do Brasil e do Mundo, reúne em um mesmo espaço da rede mundial de computadores os principais assuntos relacionados à nossa Poxoréu.

 

Em 24 de fevereiro de 2008, anunciávamos o acesso 50.000. Até então, uma média de 1.800 acessos mensais. Dez meses depois, em 23 de dezembro de 2008, o BlogPox chegava ao acesso 100.000. Nas próximas horas conquistaremos a marca do acesso 160.000. Uma média de 5.450 acessos por mês.

 

Para antigos e novos leitores, para os novos “ouvintes” [entre os quais o Val Feitosa e Zé da Camila, assíduos ouvintes do jornal da Rádio Sul-Matogrossense, onde nossas principais matérias são destacadas], a percepção e a certeza que o BlogPox tem polêmicas, elogios e críticas, que construímos e conseguimos manter um espaço democrático aberto para discussão dos principais temas do município de Poxoréu.

 

Tem gente que gosta. Tem gente que não gosta.

 

O Blog não possui dono. Não tem partido político. Não possui fins comerciais ou lucrativos.

 

Um blog livre e independente. 

 

Sim! continua o cantinho poxoreense mais acessado da Internet! É um dos primeiros nos site de busca nas pesquisas com a palavra "Poxoréu".

 

Sabemos que acessar o nosso Blog é uma escolha livre e soberana do leitor. Com o seu apoio, chegaremos nas próximas horas ao acesso 160.000.

 

Vamos além!!!

 

Equipe BlogPox

E-mail: poxoreo@uol.com.br



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:19
[] [envie esta mensagem] []



Zoneamentos agrícolas

Ministério da Agricultura inclui Poxoréu na área liberada para  cultura da cana-de-açúcar em Mato Grosso

O Ministério da Agricultura divulgou os zoneamentos agrícolas para a cultura da cana-de-açúcar, ano 2009/10. A medida tem como premissa identificar os municípios aptos e os períodos de plantio, para cultivo da cana destinada à produção de etanol, açúcar entre outros fins nos Estados de Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Acre, Tocantins, Espírito Santo, Maranhão, Piauí, Ceará, Paraíba, Rio de Janeiro, Rondônia, Pernambuco e Rio Grande do Norte, além do Distrito Federal.

 

As portarias constam na edição dessa terça-feira, dia 24 de novembro, no Diário Oficial da União. Para essa identificação foram avaliados, entre outros aspectos, as exigências hídricas e térmicas da cultura, a aptidão climática, as ofertas climáticas, a produtividade, o nível de tecnologia, os solos e o relevo. Em Mato Grosso, além de Poxoréu, foram indicados para o plantio de novas áreas de cana, destinadas à produção de etanol e açúcar (exceto mascavo), os municípios de Barra do Garças, Campo Verde, Dom Aquino, Gaúcha do Norte, General Carneiro, Guiratinga, Jaciara, Paranatinga, Primavera do Leste,Tesouro, Torixoréu entre outros. Não foi autorizado o plantio de cana nos municípios localizados nas regiões dos ecossistemas Pantanal e Amazônia  

 

A época indicada para o plantio ocorre entre 21 de outubro a 31 de dezembro. No Brasil, o cultivo da cana é destinado, em sua maior parte, à produção de açúcar e de etanol e, em menor escada, para outras finalidades, como alimentação animal e fabricação de água ardente.

 

O sistema de produção é constituído de uma safra decorrente do plantio, seguindo de cinco ou mais safras oriundas da rebrota das soqueiras. O corte da cana-de-açúcar possibilita a renovação da cultura.

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 18:53
[] [envie esta mensagem] []



Capela da Alameda Monchão Dourado

CAPELA SÃO FRANCISCO

Capela São Francisco, feita de pedras retiradas dos garimpos, uma verdadeira obra de arte,   inaugurada em 2004,  na  Alameda Monchão Dourado, em Poxoréu.

   

Detalhes interno da Capela 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:18
[] [envie esta mensagem] []



Românticos do Samba

AMORÉSIO NA PRAÇA

Amorésio Souza e Luiz Sol afinando os instrumentos para mais uma apresentação  do grupo musical "Românticos do Samba": a  tradicional noite de seresta na Praça da Liberdade, centro histórico da cidade, na última sexta-feira do ano, possivelmente dia 25 de dezembro. O encontro anual na praça conta  com a participação de amigos e convidados. 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:14
[] [envie esta mensagem] []



Elias Rangel Filho

Nota de Falecimento

 

Com pesar, registramos o falecimento do amigo Elias Rangel Soares Filho, vítima em grave acidente automobilístico na BR-070, próximo a Cáceres (MT), na tarde da última quarta-feira, dia 19 de novembro. O sepultamento foi realizado na manhã de sábado em Poxoréu. Elias Rangel, filho do finado Pastor Elias Rangel, era funcionário público estadual e participou da banda da Igreja Assembléia de Deus.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 18:08
[] [envie esta mensagem] []



Conheça Poxoréu IV

Edinaldo Pereira apresenta:

 Uma bela síntese panorâmica de Poxoréu, sob a emocionante canção de Amorésio.

 

  

*“Um pequeno clipe contendo imagens aéreas de Poxoréu.

Vôos lindos, feitos entre setembro e outubro de 2009.

Pra quem sente saudade, pra quem ama, este meu pequeno presente: um visão privilegiada da minha terra”. Edinaldo Pereira

 

Clique Aqui e veja o Blog do Edinaldo



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:24
[] [envie esta mensagem] []



Lição de Vida

NOVO ADVOGADO DE POXORÉU

 

A Equipe BlogPox cumprimenta Izaias Resplandes de Sousa, 50 anos, o mais novo advogado de Poxoréu.

 

Ao saber da notícia de sua aprovação na segunda fase do exame da OAB-MT, assim expressou o novo advogado Resplandes, em seu primeiro discurso: “Graças a Deus pela vitória! Esta frase é a síntese de tudo o que sinto nesse momento. Há poucos minutos li o meu nome entre os aprovados nas provas objetivas e prática da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil, exame 2009.2. Ainda há diversas providências a serem tomadas para que possa exercer a honrosa profissão de Advogado. Mas esse é o começo de uma nova jornada, na qual não poderia prosseguir sem, antes de tudo, prestar contas Àquele que está tornando isso possível, bem como a todos os que me apoiaram até aqui”.

 

Clique Aqui leia o artigo completo.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:58
[] [envie esta mensagem] []



´Cartório de Registro de Poxoréu

Registro de Imóveis e Outros Documentos

 

Maria Aparecida Bianchin Pacheco

 

Desde 1940 o Registro de Imóveis, Títulos e Documentos de Poxoréu vêm garantindo direitos e segurança jurídica. Vários Oficiais de Registro já assumiram a função de cuidar e zelar do acervo registral e pela boa qualidade dos serviços, quais sejam: Fructuoso Rodrigues Brandão, Jaime Mendonça, Osvaldo Fernandes, Elza Fernandes Barbosa e Aquilino Souza Silva, além de outros que atuaram como substitutos, na vacância do cargo.

          Atualmente tem como titular, Maria Aparecida Bianchin Pacheco, que tomou posse no cargo em 01/07/2003, após aprovação em concurso público realizado pelo Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, consoante Ato nº 103/2003, do Conselho da Magistratura, datado de 26/05/03.

          Os livros e demais documentos que compõem o acervo desta Serventia representam a história de uma época e de uma sociedade, sendo instrumentos imprescindíveis para pesquisas fundiárias, não só do Município de Poxoréu, mas também daqueles que dele originaram-se, tais como Rondonópolis, Dom Aquino e Primavera do Leste.

          Dentre os livros e documentos que compõem seu acervo encontram-se relíquias da história, a exemplo dos registros dos títulos das áreas adquiridas por Marechal Rondon, das áreas destinadas à constituição do Patrimônio de Poxoréu e dos municípios circunvizinhos, e de tantos outros documentos registrados que relatam fatos jurídicos, políticos, econômicos, sociais e culturais, evidenciando as diferentes configurações que a sociedade do leste de Mato Grosso assumiu ao longo desses anos.

          Nos livros de Registros de Imóveis encontram-se transcrições, inscrições e matrículas de imóveis e de direitos reais sobre eles constituídos ou relacionados, sendo o repositório de todas as informações da propriedade imóvel, com caráter de autenticidade e eficácia. Já nos livros de Registros de Títulos e Documentos, encontram-se desde manifestações de lideranças políticas, educacionais, culturais e religiosas, de contratos costumeiros na região, como os de prestação de serviços para abertura de regos ou valetas, exploração de garimpagem, arrendamento e parceira sobre os mais variados bens, comoventes apelos e disposições de última vontade, ardentes declarações e juram de amor, furiosos desagravos, mansas retratações, até notificações extrajudiciais que cumprem relevante papel nos negócios jurídicos atuais.

          Ainda, é possível vislumbrar em tais livros, letras belíssimas e de inigualável valor estético, demonstrando que os serventuários que neles efetivaram registros, ao desempenhar o seu senhor, o faziam com zelo.

          Assim como se preservou registros feitos há tanto tempo, os que são realizados hoje devem se perpetuar, motivo pelo qual a atual registradora, apostou na tecnologia, informatizando todos os serviços e dando início ao processo de digitalização de todo o acervo da Serventia. Com tais medidas, houve redução do manuseio de livros e, por conseguinte, do risco de dano ou extravio dos originais, além de proporcionar mais celeridade no atendimento aos usuários.

          Quando se têm nas mãos documentos que remontam há quase um século e se tem como ofício, conferir autenticidade, segurança jurídica e eficácia aos direitos de milhares de pessoas, se têm a consciência de que se está a proteger um patrimônio coletivo, pelo que, constantemente, nesta Serventia, têm-se envidado esforços para melhorar a qualidade no atendimento e nos serviços prestados, com esmero e seriedade.

 

Clique Aqui e acesso o Site do Cartório para obter outras informações.                                                

 

---------------------------------------------------------------

Maria Aparecida Bianchin Pacheco é Oficiala Registradora 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 18:38
[] [envie esta mensagem] []



Cursos Técnicos

ESCOLA TÉCNICA DE POXORÉU ABRE INSCRIÇÕES PARA CURSOS

 

Na quarta-feira da semana passada, dia 11 de novembro, o Secretário de Estado de Ciência e Tecnologia, Chico Daltro, esteve em Poxoréu para lançar oficialmente a abertura das inscrições do processo seletivo para alunos da Escola Técnica Estadual de Poxoréu.

 

As inscrições serão realizadas até o dia 19 de novembro de 2009 (exceto nos dias 14/sábado e 15/domingo), nos horários das 08h às 12h e das 14h às 18h, na Creche Lar do Menino Jesus, situada a Rua Floriano Peixoto s/nº, Bairro Jardim Tropical (Próximo ao SESC) Município de Poxoréu - MT - CEP: 78.800.000. O Processo Seletivo será realizado em etapa única e constará de prova objetiva com 50 questões sobre língua portuguesa, matemática e conhecimentos gerais (história, geografia, atualidades e informática). Os cursos iniciarão em 1º de fevereiro de 2010.

 

Para o período 2010/2011, a Escola Técnica de Poxoréu, sucessora da Escola Agropecuária “Cidade dos Meninos”, oferece 200 vagas, distribuídas em 4 cursos, conforme abaixo:

- Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio em  Agropecuária (40 vagas);

- Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Informática (80 vagas);

- Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Administração Rural (40 vagas);

- Curso de Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Meio Ambiente (40 vagas).

 

Os interessados devem comparecer munidos de documento de identidade na Creche Lar do Menino Jesus, localizada na Rua Floriano Peixoto, s/nº, Bairro Jardim Tropical, Poxoréu/MT. Mais informações pelo telefone (66) 3436 1631.

 

 

Clique aqui e veja a programação completa no Edital N° 005/2009 – SECITEC/MT.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 10:56
[] [envie esta mensagem] []



Bororos de Jarudori

No meio do caminho havia os Bororo.

Jarudori-MT, a diáspora e reterritorialização

 

Antonio Hilário Aguilera Urquiza

 

Tendo por base o estudo e levantamento histórico-antropológico da Terra indígena de Jarudori, realizado pela profa. Dra. Edir Pina de Barros, antropóloga, e pelo historiador Mário Bordignon, a pedido da FUNAI e do Ministério Público Federal, em 2003, o presente texto tem por objetivo ressaltar os aspectos da diáspora (devido à ocupação pelos brancos de suas terras) e de reterritorialização levados a cabo pelos Bororo atuais. Tem, também, como proposta, neste momento de crescentes tensões na disputa pela terra, trazer para o debate público elementos fundamentais para a compreensão do processo de expropriação sofrida pelos Bororo durante o século XX. O artigo retoma aspectos desse processo histórico de perda do território ancestral dos Bororo, reconhecido e demarcado pelo marechal Rondon, na região leste de Mato Grosso, entre as cidades de Rondonópolis e Poxoréo, as conseqüências dessa perda e o movimento atual de pressão pela retomada legítima de suas terras. O caso de Jarudori é sui generis, por tratar-se de uma área indígena reconhecida, demarcada e homologada, mas que na atualidade é ocupada por fazendeiros e por uma cidade do mesmo nome, distrito do município de Poxoréo/Mato Grosso.

 

Clique Aqui para ler o artigo todo.

______________________________________________________

Antonio Hilário Aguilera Urquiza - Doutor em Antropologia pela Universidade de Salamanca (Espanha); professor pesquisador da UFMS; hilario_aguilera@yahoo.es .

 

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 10:16
[] [envie esta mensagem] []



Segurança em Debate

Segurança pública é tema de audiência na Comarca de Poxoréu

 

Assessoria TJ-MT

 

A Comarca de Poxoréu sediou nesta quinta-feira (12 de novembro) uma significante audiência pública voltada à discussão de melhorias no tocante à segurança pública do município, área considerada alarmante pela população local. Numa iniciativa desencadeada pela juíza diretora do Fórum da Comarca de Poxoréu, Aline Luciane Ribeiro Viana Quinto, e pelo promotor de Justiça Adriano Roberto Alves, estiveram reunidos no Plenário do Júri os representantes dos Poderes Judiciário, Executivo e Legislativo, além das Policiais Civil e Militar e da sociedade local.

 

“Essa iniciativa teve como base um pedido feito pelos comerciantes do município, que noticiaram a falta de segurança na cidade e o reduzido efetivo policial, além da falta de estrutura da Polícia local”, destacou a magistrada. Ao todo, foram mais de duas horas de diálogo, com intensa participação da comunidade, que foi convidada por meio de divulgação na rádio local. “Muita gente participou, inclusive os comerciantes, que compareceram e apresentaram sugestões”, acrescentou.

 

Conforme a juíza Aline Quinto, por se localizar numa área de trânsito entre duas cidades maiores (Rondonópolis e Primavera do Leste), Poxoréu acaba sendo alvo  para os delinqüentes de outras regiões. “O que achei mais interessantes foram as sugestões dadas pelos participantes. Vamos encaminhar a ata da reunião, com todos os pedidos de melhorias, para o secretário estadual, Diógenes Curado, a fim de que ele conheça a nossa realidade. O mais importante seria aumentar o efetivo de policiais e também melhor estruturar esse trabalho”, ressaltou a magistrada.

 

Uma das sugestões apresentadas, diante da estrutura precária dos prédios que abrigam as Polícias Civil e Militar, foi a construção de um centro policial integrado. “Todos acharam interessante essa idéia e se prontificaram a ajudar para garantir que haja esse centro de policiamento melhor estruturado. O prefeito e os comerciantes locais se disponibilizaram a ajudar”, frisou a juíza. Na audiência pública também foram disponibilizados os telefones funcionais dos delegados, de forma a facilitar o contato por parte da população. O delegado que atua na cidade também sugeriu a colocação de caixas de sugestões em diversos locais da cidade e na própria delegacia, a fim de que ele tenha acesso às sugestões e reclamações da comunidade.

 

No encontro, a população de Poxoréu foi orientada a fazer denúncias, que não exigem identificação, relatando crimes, como, por exemplo, em caso de existência de locais de comercialização de entorpecentes, as chamadas “bocas de fumo”, e casas de prostituição. Já a magistrada sugeriu a realização de reuniões quinzenais para balanço das atividades entre representantes do Judiciário, Ministério Público e Policias Civil e Militar, a fim de que os trabalhos sejam sempre conduzidos em sintonia. “O mais interessante dessa audiência foi que a população percebeu que todas as autoridades locais, embora sobrecarregadas, têm preocupação com a questão da segurança. Assim eles acabam vendo nosso trabalho com mais credibilidade”, pontuou.

 

Diversas autoridades se fizeram presente, como o prefeito municipal, Ronan Figueira Rocha; o presidente da Câmara Municipal, vereador João de Jesus Oliveira; o presidente da 13ª subseção da OAB local, João Batista Cavalcante da Silva; o delegado regional de Polícia Civil de Rondonópolis, Lauriberto Donizetti de Godoi, na ocasião representando o secretário Estadual de Justiça e Segurança Pública, Diógenes Curado; o delegado de Polícia em substituição na cidade, Rafael Sippel Fossari; o comandante do Quinto Batalhão da Polícia Militar de Rondonópolis, tenente coronel Pery Taborelli da Silva Filho; e o comandante da Polícia Militar do município, sargento Ricardo Castro Ortega.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 20:53
[] [envie esta mensagem] []



Comentários BlogPox

MEMÓRIA DA CIDADE

 

Estive anteontem visitando a "biblioteca municipal", que fica numa sala do prédio da secretaria de educação e confesso que não estava tão bagunçado quanto me falavam, mas a preocupação maior, a meu ver, não é isso, mas sim saber da verdadeira quantidade de objetos que compunham o acervo. Ali ainda existem álbuns com fotos valiosíssimas, mas dependentes de cuidados e até mesmo de armazenamento digital. Dizem que a grande quantidade de objetos, inclusive fotos, que estão em mãos alheias, é assustador. Se o governo municipal tivesse vontade de preservar a memória da cidade, seria bom construir um espaço próprio e definitivo para o acervo. Assim compensaria ainda mais uma campanha para juntar tudo que dali foi tirado indevidamente.

Jeova Xavier

 

-----------------

 

Sem dúvida é uma sugestão interessante, mas embora tenha por política evitar a crítica, sou forçado a dizer que não basta ajuntar as "coisas" em algum lugar como acontece no Arquivo Público, onde estive arquivado em torno de seis meses, quando trabalhava na Prefeitura. É preciso zelo e vontade política para conservar, recuperar e disponibilizar. Isso custa dinheiro e, normalmente, as Administrações não se interessam por isso. Nos meus tempos no Arquivo, contávamos com apenas uma lâmpada em todo o escuro salão. Depois o Arquivo foi mudado para o Prédio do DVOP, onde passou a funcionar a Secretaria de Educação. O Arquivo ficou novamente em um salão sem janelas, úmido, cheio de goteiras. Apenas mais amplo, mas sem condições de proteger o material. De nada adianta a boa vontade do Marcos César que ali trabalha. Se o governante não der valor no material ali colocado, não haverá memória. Pessoalmente eu coordenei e participei de uma Coleta de Livros em 1988, durante uma Gincana Interescolar, para formar a Biblioteca da Casa da Cultura. Era para ser o Acervo Inicial, que ficou somente no "Capital Inicial" e nunca foi ampliado. Aliás, vem sendo constantemente dilapidado por pessoas que pegam os livros, mas esquecem de devolver. Registro, inclusive, um pedido muito especial. Quando a UPE contava com uma sala no prédio da Assessoria Pedagógica, que era para ser um Centro Cultural, disponibilizei meus materiais guardados há mais de vinte anos para que ficasse ali naquela sala, à disposição do público para consulta. Foi dito que a Bibliotecária tomaria conta. Confiei. Então aconteceu um descuido e alguém emprestou a minha única Coleção do Jornal Estudantil "A Gazeta do Estudante", de 1983 e esqueceu-se de devolver. Ninguém sabe onde foi parar a Coleção encadernada na Cor Azul. Se alguém souber do paradeiro, peça para devolver-me. Se não for para cuidar.

Prof. Izaias Resplandes | respland@uol.com.br

-----------------

 

Acolhida a sugestão de Helena, muito válida e consensual, pergunto à prefeitura: O que foi feito dos utensílios que dera abertura à "Casa do Trabalhador", instalada pelo Governo Tonho, nos idos anos 2001/2004, na antiga sala da Câmara Municipal (Escola Otaniba/DREC), com arquivo público, memorial do trabalhador e acervo upenino? Ora, a idéia é salutar... Entretanto, precisa que seja respeitada, preservando as doações. O povo quer fazer acontecer... o governo municipal apóia? Incentiva? Coopera? Irmana? Ao menos tem visitado a "Casa Amarílio Bento de Brito"? Parabéns à Profª. Edsonina, na luta pela preservação daquele acervo Prático Bioquímico!!!! Cada pessoa em Poxoréu - com certeza - guarda consigo uma relíquia que precisa ser divulgada. Mas... Porém... Contudo... Entretanto...

Prof. Luis Carlos Ferreira | allow2006@hotmail.com



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 18:38
[] [envie esta mensagem] []



Educação em Debate

UM BOM DIRETOR DE ESCOLA

 

Uma pesquisa da Fundação Victor Civita mostra que, no Brasil,

os diretores de escola pública gastam tempo demais com

burocracia e pouco com as questões da sala de aula.

 

Segundo a revista VEJA, a presença de um bom diretor não é apenas desejável - mas decisiva - para um elevado nível de ensino numa escola, seja ela pública, seja particular. Por isso, merece atenção uma nova pesquisa que traz à luz o mais completo perfil já feito sobre esses profissionais no país. Antes do levantamento, que ouviu 400 diretores de colégios públicos no país inteiro, o conhecimento que se tinha sobre eles era, basicamente, intuitivo. Agora, tratou-se de mensurar a realidade - e dimensionar os problemas. Logo de saída, a pesquisa, conduzida pelo Ibope em parceria com a Fundação Victor Civita, mostra que 64% dos diretores reconhecem, sem rodeios, não estar suficientemente preparados para exercer o cargo que ocupam. Quando eles versam sobre o ofício, as fragilidades ficam ainda mais evidentes. A pesquisa indica que os diretores não costumam basear suas decisões em nenhuma meta acadêmica e chegam a ignorar a nota de sua escola nos rankings oficiais. Talvez o mais preocupante de todos os dados, no entanto, diga respeito à visão que eles têm da função: apenas 2% deles se sentem responsáveis pelos maus resultados de sua própria escola, ao passo que os outros 98% culpam pais, professores, alunos, o colégio e até o governo. Conclui o especialista Francisco Soares, da Universidade Federal de Minas Gerais: "É preciso mudar urgentemente esse cenário para começar a pensar em bom ensino".

 

Clique aqui e leia a reportagem completa da Revista VEJA.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:44
[] [envie esta mensagem] []



Poxoréu tem História

Família Xavier Paraibano em Poxoréu

 

"A vinda de Joaquim Paraibano para Mato Grosso foi obra do Coronel Pedro Celestino da Costa, ex-governador deste Estado. Naquela época ele foi até a Paraíba em busca de colonos que desejassem vir para Mato Grosso. Além de oferecer terras de qualidade para a lavoura, prometia pagar todas as despesas da viagem à fronteira oeste do Brasil. Cruz Xavier ficou encantado. Vendeu tudo o que tinha e veio para cá, aportando-se, inicialmente em Corumbá e depois em Cuiabá [e finalmente em Poxoréu...]", resgata Resplandes.

 

Clique aqui e siga emocionante narrativa do professor Izaias Resplandes sobre a história da família Xavier Paraibano no Recanto das Letras.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 18:18
[] [envie esta mensagem] []



Sugestão de Helena Silva

MEMÓRIA DA CIDADE

 

A leitora Helena Silva sugere que façamos uma campanha para resgatar a história de Poxoréu e começar um acervo para a Secretaria de Turismo, com fotos antigas, utensílios e ferramentas usados antigamente, tralhas do garimpo, as lavadeiras (ferro à brasa, fole etc..), lampião, lamparina, torradeira e moedor de café, tachos e demais utensílios domésticos antigos, resgatar as cantigas e jogos antigos (bocha etc..). A leitora cita algumas pessoas que poderiam ajudar no resgate dessa nossa história, a exemplo das professoras Lena Guedes, Judite Xavier, Raimunda Mundica, Lilá Coutinho; Jurandir Xavier, Jeová do Didi, D. Eudineia, Zilene, Zenaide Farias e outras...

 

Para não dizer que não falei das flores,acho a sugestão muito interessante, porém, resgato um recente debate sobre nossa Poxoréu com o doutor JB Cavalcante, ilustre presidente da seccional da OAB-Poxoréu, quando lhe disse que não faltam idéias e sugestões para melhorar esta cidade, o que falta são pessoas para executá-las.

 

Mais uma boa idéia de pouquíssimo custo para execução está lançada.

 

No arquivo público da própria Prefeitura de Poxoréu já existe um grande acervo, com fotos antigas, registros históricos e outros materiais. Desgastado pelo tempo e pela falta de conservação, eis aí, uma excelente oportunidade, bem lembrada pela Helena Silva, para que esse material seja resgatado, recuperado e colocado à disposição do público.

 

Vamos encaminhar a sugestão à Secretaria de Turismo e Cultura, para que a competente equipe comandada pela secretária Teodomira Lima possa executá-la o mais breve possível.

 

 

(Batistão)



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 10:08
[] [envie esta mensagem] []



Os Marcheteiros de Poxoréu

Exposição de Marchetaria pode ser vista até o dia 16 de novembro no Plaza Shopping

 

Depois de conquistar Paraty, no Estado do Rio de Janeiro, em dezembro de 2005, a Exposição de “Os Marcheteiros de Poxoréu”, comandada pelo professor e artesão Djalma Santos, chega à Rondonópolis. Com o apoio do SESC-MT, os trabalhos estão expostos no Rondon Plaza Shopping e poderão ser apreciados pelo público local até o próximo dia 16 de novembro.

 Praticando um estilo de arte muito raro nos salões de artes, Djalma dos Santos, Paulo Vicuña e Marco Antonio Pereira, “Os Marcheteiros de Poxoréu”, abriram a exposição com diversas obras de marchetaria clássica e moderna (quadros, móveis e porta-jóias).

  Divulgação/Nides de Freitas
Diário OnLine
Onça pintada: Feita com louro, pinho e cedro

Djalma dos Santos, discípulo e sucessor do mestre italiano Luigi Galimbert, fundador, em 1990, da primeira escola de marchetaria clássica do centro-oeste brasileiro, no Centro Juvenil Salesiano de Formação Profissional de Poxoréu, continua a realizar o ofício milenar, tornando a marchetaria a sua principal atividade profissional, construindo um estilo de vida diferenciado da sua geração.

 

A exposição em Rondonópolis é uma notável demonstração de talento nessa arte tão rara. “Para montarmos um quadro, chegamos a usar mais de 10 tipos de madeira. Pinho, ébano, radica e várias outras. Algumas são do Pantanal, outras vieram de longe para compor a tonalidade da obra”, explica Djalma.

 

Os Marcheteiros de Poxoréu ficam no Rondon Plaza Shopping e poderão ser apreciados pelo público local até o próximo dia 16 de novembro. “Chegamos para conquistar Rondonópolis e ampliar a produção dos nossos trabalhos, tanto para marchetar uma casa quanto para oferecer um curso de marchetaria, vai depender das oportunidades”, afirma Djalma.

 

Vale à pena conhecer a marchetaria destes jovens talentosos.

(Batistão/Equipe BlogPox)

Divulgação/Nides de Freitas
Diário OnLine
Djalma Santos, Paulo Vicuña e Marco Antonio:
Os Marcheteiros de Poxoréu


Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:57
[] [envie esta mensagem] []



OPINIÃO: Jeova Xavier

UM BOM COMEÇO

                              

Jeova Xavier                     

 

Meses atrás, reportei neste blog a uma matéria da revista Veja sobre a prefeitura de São Paulo que publica na internet toda sua movimentação financeira, listando, segundo a revista todos os pagamentos efetuados, inclusive o salário de todos os servidores.

 

Essa medida, a meu ver, se implantada, seria um bom começo para a sonhada reforma administrativa do nosso município, porque tornariam as coisas mais claras e aumentaria a confiança dos cidadãos nos negócios públicos, aumentando as chances de o município encontrar o caminho da prosperidade econômica.

 

A iniciativa poderia ser do grupo de cidadãos convidados pelo senhor prefeito para discutir a vocação econômica do município. Outras pessoas ou seguimentos sociais podem ajudar nessa tarefa. A meu sentir, não é correto acreditar que o problema do município é descobrir sua vocação. Creio que esta há muito está definida, e bem definida, à espera somente de organização administrativa que suporte as demandas dessas vocações (Pecuária, Agricultura e Turismo).

 

Em vez de uma discussão extremamente teórica em torno do que se conhece pouco, a realidade, se revelada e aceita por todos, poderia nos dar um bom rumo. Acredito que para ser ajudada, a administração tem de deixar-se conhecer. Esse é o começo. Cito um exemplo dessa falta de transparência: é comum ver em nossa cidade, nas discussões de rua, alguém dizer que quem fez o ginásio Cinqüentão foi o prefeito Lindberg. E o do contra retruca: Mas quem pagou foi o prefeito fulano, beltrano, sicrano etc...

 

E o cidadão não sabe mesmo. A prefeitura de Poxoréo é uma caixa preta que deve ser aberta. O cidadão precisa saber o que se passa por lá, o que é feito do seu pouco dinheiro. Por isso, a informatização dos serviços públicos municipais será um meio de promover maior sintonia do cidadão com a administração. Isso afastaria, em outros casos, aqueles que se aproveitam dessa confusão para tirar proveito de toda ordem.

 

Muitos vão dizer que essas informações já existem no site do Tribunal de Contas. Mas estou propondo informações detalhadas e em linguagem cidadã de todas as movimentações, como destinação de cada cheque emitido, para quem foi pago e o motivo. Relação de funcionários, quais os de carreira, os de confiança, lotaciograma, inclusive salários; dívidas do município, receita, suas origens, natureza, as que são pagas; precatórios; enfim tudo que possa deixar uma administração mais transparente.

 

Sem esses conhecimentos, não tem como discutir a vocação do município, até porque quem está sem vocação é a própria administração, e ninguém quer ajudar quem não conhece ou quem não quer ser ajudada da forma que deve ser. É preciso revirar os fatos da prefeitura e descobrir, inclusive, quem são os beneficiários dessa situação, que parece não ter interessados em conhecer.

 

Outra medida urgente, urgentíssima, é a diminuição do número de secretarias e coordenadorias. Essa medida ajudaria o município a conter suas despesas e aumentaria os investimentos em outras áreas bem mais importantes.

 

Tomando essas medidas e resolvendo outros problemas que não são aparentes, o município daria seu primeiro passo rumo ao progresso.  É um bom começo.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 19:28
[] [envie esta mensagem] []



Geração de Renda

Distrito de Alto Coité vai produzir frangos para merenda escolar

 

Assessoria

 

A semana passada pode ficar na história para um grupo de mulheres de Alto Coité, Distrito de Poxoréu. Elas, cerca de 30, participaram de uma reunião com a diretoria da MT Fomento, o Prefeito Municipal Ronan Figueiredo e a Secretária Municipal de Indústria e Comércio, Lena Guedes, na última semana, para discutir a proposta de criação de frangos semi-caipiras. O projeto que está em estudo na Prefeitura Municipal de Poxoréu visa atender a demanda da merenda escolar local.

 

"É mais uma ação da MT Fomento com a Prefeitura Municipal de Poxoréu para a criação de empregos e a geração de renda em uma forma economicamente sustentável. Esta iniciativa que coloca aproximadamente 30 (trinta) senhoras dentro de um ciclo produtivo no Distrito de Alto Coité, contribuindo de forma direta para a redução do desemprego e a melhoria da qualidade de vida destas senhoras e suas famílias", declarou Arcleidy Dias Pereira, presidente da Agência de Fomento.

 

Por meio de associação, as mulheres vão aglutinar esforços para atender 4.500 alunos com o fornecimento dos frangos para a merenda. “A estimativa de lucro na comercialização está entre R$ 17 e R$ 20 mil mensais. Estamos oportunizando uma ferramenta de trabalho para essas trabalhadoras que têm destino certo no mercado para o produto. Vai mudar a vida das famílias, dos estudantes e do município, pois serão mais recursos na economia local”, contabilizou a secretária de Indústria e Comércio de Poxoréu, Lena Glória Varanda Ventreque Guedes.

 

Otimista com o projeto, a secretária adiantou que no início de novembro haverá outra reunião para efetivar a criação da Associação. Uma lei com esse objetivo já tramita na Câmara Municipal. O prefeito Ronan Figueiredo é favorável à iniciativa, a prefeitura vai doar inclusive a área para a Associação destinada à criação dos frangos.

 

ARTESANATO E MOTOTAXISTAS

 

Ainda em Poxoréu a equipe da MT Fomento liderada pelo presidente da Agência, Arcleidy Dias Pereira, esteve reunido com o Grupo Águias, de artesanato e com lideranças do setor de mototaxistas. Foi um dia inteiro de trabalho na cidade.

 

Apesar de temerosas, as 12 pessoas ligadas ao Grupo Águia estudam a possibilidade de financiar duas máquinas que serão usadas para furar as pedras para confecção de colares e brincos (joias e bijuterias). Atualmente elas trabalham com pedras, biscuit e caixas de madeiras e decupagem. O receio é devido ao montante R$ 10.000,00 e por ser o primeiro financiamento do grupo.

 

“Existe a flexibilidade da negociação que compreende juros baixos e prestações acessíveis, mas que depende do esforço de todos em prol do objetivo”, explicou Lena Guedes, secretária de Indústria e Comércio do município. Ela responde também pela área do artesanato.

 

Outro setor que busca recursos é de mototaxistas. Sobre os olhares do vereador Leônidas Barcelos, que foi mototaxista, a reunião de trabalho desenvolvida pela MT Fomento contou com a atenção de outras 30 pessoas ligadas ao segmento. Entre os objetivos estavam o de levar informações e tirar dúvidas com relação ao financiamento de motos.

 

A MT Fomento tem linha de crédito para compra de motos em parceria com as Associações de Mototaxistas, entre elas a de Cuiabá e Rondonópolis. Recentemente no município de Rondonópolis, pela segunda vez foi renovado convênio para troca da frota de motos que operam os serviços. Vinte e uma motos já foram entregues no final do mês de setembro. Os veículos foram adquiridos em valores de até R$ 8.000,00 cada e com possibilidade de pagamento em até 48 vezes.

 

No caso de Poxoréu, as propostas dependem dos trâmites locais para aderirem ao financiamento. “A MT Fomento trabalha para a expansão de atendimentos nos municípios, com foco no social, ou seja, gerando oportunidades para melhoria da qualidade de vidas das pessoas e geração de emprego, seja individual por meio do Microcrédito ou por intermédio de Associação. No caso de grupos, é possível conseguir valores melhores devido a quantidade, como é o caso das motos. A cidade também ganha com isso, pois incrementa a economia local”, declarou Arcleidy Dias Pereira.



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 17:59
[] [envie esta mensagem] []



Dez Meses

Hora de avaliar os rumos da administração municipal

Batistão 

Passados dez meses da posse de Ronan Figueiredo e alguns longos meses de um tumultuado processo judicial eleitoral, onde a oposição tentou tomar o mandato popular legitimamente conquistado nas urnas, embate finalizado em 30 de junho passado com a decisão do ministro Joaquim Barbosa do TSE, oportuno resgatarmos o artigo "E AGORA, RONAN?", publicado neste espaço em 20.12.2008. 

Na oportunidade, indagávamos: "E agora, Ronan? Você foi eleito o nosso líder e o responsável para, nos próximos quatro anos, ungido pela esperança do seu povo, comandar a missão de administrar o município, lutar pelo seu desenvolvimento e construir uma sociedade unida e melhor (não falo de perfeita, apenas melhor!), com melhores oportunidades para todos os seus e nossos conterrâneos, nossos irmãos de sangue, irmãos de raça, irmãos de fé".

Alertávamos, também, sobre a necessidade de escolher a melhor equipe, com técnicos competentes, dignos e honestos para administrar e bem conduzir as secretarias do município - e os eventualmente preteridos, a obrigação de evitar rivalidade naquele momento de união de forças para implementação das mudanças e transformações que a população desejava.

No artigo, sugeríamos que o prefeito Ronan, aos secretários estabelecesse metas, determinasse prioridades e cobrasse planejamentos, ações e resultados. Que os indicados tivessem a clareza desse momento histórico e interpretassem a missão da mesma forma, atendendo bem o povo, como cliente especial, administrando os recursos públicos em benefícios de toda a coletividade, com competência, dignidade e honestidade.

Além do secretariado, seria preciso formar uma equipe composta por pessoas sérias, empreendedoras, comprometidas com o trabalho e a missão que o povo delegou ao prefeito eleito. Uma equipe destinada a superar obstáculos, ajudando os moradores a seguir em frente, a encontrar trabalho, renda, profissionalização e cultura.  Uma equipe que soubesse que haveria tarefas a serem cumpridas, projetos a serem desenvolvidos e trabalhos a serem iniciados e concluídos.

Nesse cenário de visão do futuro, alertávamos que os desafios para o prefeito seriam múltiplos e inadiáveis: equilibrar demandas aparentemente incompatíveis, frente aos poucos recursos disponíveis para custeio e investimentos, atender às necessidades da população, promover a inclusão social e o desenvolvimento das diversas comunidades, implantar um modelo de desenvolvimento regional sustentável para atrair empresas, investimentos e recursos para geração de oportunidades de trabalho, emprego e renda, contribuir para a melhoria dos indicadores sociais, melhoria da saúde e do ensino público.

Por fim, parodiando o poeta Drummond, desejávamos que Ronan Figueiredo pudesse cumprir uma missão para acordar os homens e adormecer as crianças...

Registrávamos, para a missão seria necessário a união, o apoio e a confiança de todos para garantir a liberdade de Ronan Figueiredo escolher, com as graças de Deus, as pessoas que melhor pudessem auxiliá-lo no desempenho da função que o povo lhe outorgou nas urnas - sem a pressão ou interesses menores de partidos, grupos ou dirigentes políticos da coligação vitoriosa.

Passados dez meses, prefeito Ronan, é preciso avaliar os rumos da administração municipal, mensurar o trabalho desenvolvido pelas secretárias, cobrar dos secretários os resultados estabelecidos nas metas e diretrizes, efetuar os ajustes necessários - não descartando uma imperiosa reforma administrativa visando diminuição de gastos de custeios para possibilitar investimentos na infraestrutura do município, remanejar funções ou substituir auxiliares.

Por fim, trabalhar, obter resultados e motivar a equipe para ganhar o jogo.

(BATISTÃO / Equipe BlogPox) 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 10:36
[] [envie esta mensagem] []



Arte Figurativa

ARTE EM POXORÉU

 

 

A Associação Social e Cultural Partilhar, organização não-governamental sem fins lucrativo, mantém a Escola de Arte Figurativa e uma galeria com exposição permanente no centro histórico de Poxoréu. 

 

A entidade, coordenada pelo mestre italiano Renato Zenettin, é um centro de talentos e incentivo à criatividade, revelando diversos talentos artísticos em Poxoréu.

 

 

 

 

Galeria de arte em Poxoréu  

 

Uma visita à galeria localizada no início da Rua Mato Grosso é manter contato direto com história artística universal, oportunidade em que se podem contemplar obras inspiradas nos imortais Van Ghog, Monet, Gauguin e outros artistas de destaques. Também é possível prestigiar a temática regional, a exemplo da tela “Garimpeiros de Poxoréu”, foto abaixo, criação da artista Edna.

 

 

 Garimpeiros de Poxoréu

 

As telas dos alunos e ex-alunos podem ser adquiridas no próprio local, com preços variando de R$ 100,00, R$ 250,00, R$ 500,00 até R$ 1.500,00. Além das telas, pode o visitante adquirir lembrancinhas da cidade com preços a partir de R$ 40,00.

 

Maiores informações pelo telefone (66)3436-1134.

 



Escrito por autor acima[poxoreo@uol.com.br às 09:44
[] [envie esta mensagem] []



[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]


Histórico
    Outros sites
    CONHEÇA POXORÉU I
    CONHEÇA POXORÉU II
    CONHEÇA POXORÉU III
    Conheça Poxoréu IV
    RÁDIO GAZETA FM Poxoréu
    BLOG DO CENTRO JUVENIL
    PREFEITURA DE POXOREU
    Blog Só em Poxoréu Mesmo
    BLOG IZAIAS RESPLANDES
    Blog do Jean: Amada e Doce Poxoréo
    Conexão Teen Poxoréu
    Agitos da Cidade Poxoréu
    PoxDigital
    CARTÓRIO REGISTRO DE IMÓVEIS Poxoréu
    BLOG DO NIDES
    HOSPITAL SÃO JOÃO BATISTA
    ALFREDO MENEZES
    A TRIBUNA
    A GAZETA
    DIARIO DE CUIABA
    FOLHA DO ESTADO
    1ª HORA
    REVISTA ISTOÉ
    COMBATE A CORRUPÇAO
    REVISTA RDM MT
    BANCO DO BRASIL
    O DIARIO, de Primavera
    BIBLIOTECA VIRTUAL
    JC Tur - Poxoreu na Foto
    Poxoréu Eleições 1996
    Poxoréu Eleições 2000
    Poxoréu Eleições 2004
    Poxoréu ELEIÇÕES 2006
    POXORÉU RESULTADO ELEIÇÕES 2008
    LISTA TELEFONE TELELISTA
    RD NEWS MT
    CONCURSOS PUBLICOS
    LEGISLAÇÃO MUNICIPAL POXORÉU
    GALERIA DE FOTOS Poxoréu
    GOOGLE NEWS
    SINOPSE Jornais do Brasil
    AÇÕES Bovespa
    História de Poxoréu
    TV CENTRO AMÉRICA
    Mapas Google
    Recanto das Letras - Izaias Resplandes
    Revista VEJA
    Jornal Nacional da Globo
    Band News TV
    Poxoréu - Dados, Estatística
    Notícias: Poxoréu na Mídia
    TV online - Globo, SBT, Band etc
    Veja os Encontros de Violeiros em Poxoréu
    Educar Para CRESCER
    Videos do 7º Encontro Violeiros
    VIDEOS POXORÉU NO YOUTUBE
    PREVISÃO TEMPO Poxoréu
    Fotos de Poxoréu no Google
    TV, Filmes, Futebol ao Vivo e Seriados
    TCE - Prestaçãp de Contas Poxoréu
    ASSEMP Sindicato dos Servidores Públicos de Poxoréu
    Músicas de Aurélio Miranda
    REFORMA ORTOGRÁFICA: Minivocabulário